quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Três dias do Condor

"Three Days of the Condor", de Sidney Pollack (1975) Um clássico do cinema de espionagem e de paranóia, muito comuns nos anos 60 e 70 nos Estados Unidos, "Três dias do condor" é uma adaptação do romance escrito por James Grady, que se chama "6 dias do condor". A redução de dias na adaptação para o cinema foi com a intenção de tornar o filme mais tenso e aumentar o suspense de acordo com o passar dos dias. A produção é do magnata do cinema italiano Dino de Laurentis, e a direção de Sidney Pollack, que já havia dirigido Robert Redford no total de sua carreira por 7 vezes, incluindo "Entre dois amores", "Nosso amor de ontem", "Havana" e "O cavaleiro elétrico". O filme foi indicado ao Oscar de edição. Robert Redford é Turner, um pesquisador da CIA e que trabalha em um escritório em Nova York, disfarçado com a fachada de American History society. Junto de 6 colegas, eles lêem tudo que sai impresso na mídia e em publicações para tentarem decsobrir mensagens codificadas. Quando Turbner sai para almoçar, ao retornar, encontra todos os seus colegas assassinados. Ele fose e procura entender o que está acontecendo, sem poder confiar em ningúem. Ele sequestra uma mulher em uma loja, Kathy (Faye Dunaway), e se esconde na casa dela. Com um elenco formidável, que inclui Max Von Sydow, em um papel antológico de um assassino, Joubert, e Cliff Robertson, como o diretor da CIA, Higgins. Muito bem dirigido por Pollack, o filme traz 2 cenas que são aula de cinema e de montagem: a cena do assassinato dos colegas de Turner, e a cena em que ele transa com Kathy, alternando a dupla com fotografias tiradas por ela, que é fotógrafa. Li inclusive que foi uma das inspirações possíveis para o filme "O agente secreto".

Nenhum comentário:

Postar um comentário