segunda-feira, 5 de janeiro de 2026
The balconettes
"Le femme au balcon", de Noémie Merlant (2024)
2o longa da atriz francesa Noémie Merlant, depois de "Iubita, mon amour", "The balconettes" estreou no Festival de Cannes e concorreu ao queer palm para filmes com temáticas Lgbt. Asism como em seu filme anterior, a trama apresenta um grupo de maigas, unidas pelo prazer de valorizar a vida, a alegria, seus corpos, sua liberdade eme scolher quem elas querem amar e fazer s3x0. Ambos os filmes falam de realacionamentos complexos, mal amados, possessivos, tóxicos. Só que em "The balconettes", a trama traz elementos de realismo fantástico e sobrenatural para falar de feminicídio, 3xtupro, violência, misoginia. Noémie utiliza diversos gêneros: terror, humor ácido, drama, romance e bastante erotismo.
Eu particularmente não curti muito o filme. Adoro filmes feministas e femininos, que expõem as dores de um relacionamento. Mas como diversos filmes com olhar feminino, todos os personagens masculinos não valem absolutamente nada. São a escória da escória. O desfecho deixa claro que um mundo sem homens e somente com mulheres parece ser a solução para que elas possam ficar em paz, consigo, com o mundo, podendo expor seus corpos nús nas ruas públicas sem medo de serem abusadas e 3xtupradas.
Em um verão escaldante, 3 amigas em Marselha dividem um apartamento: Nicole (Sanda Codreanu), uma escritora que sofre de bloqueio criativo e que deseja o vizinho da frente; Ruby (Souheila Yacoub), uma camgirl de comportamento livre e sem rótulos; Elise (Noémie Merlant), uma atriz, vinda de Paris, que pede para ficar um tempo com elas, por conta do comportamento possessivo do marido, Paul. Uma noite, as tr6es frequentam a festa do vizinho da frente. No dia seguinte, ale aparece morto, e Ruby, ensanguentada, sem lembrar o que aconteceu na noiet anterior. As três decidem se livrar do corpo do rapaz. No entanto, Nicole passa a ser atormentada pela presença do espirito do viznho morto, e de vários outros homens que foram mortos por mulheres. eles não entendem porque estão mortos e aos poucos, Nicole vai expondo o lado violento deles, que eles em sua masculinidade tóxica, ignoravam.
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