domingo, 11 de janeiro de 2026

Ichi, the killer

"Koroshiya 1", de Takashi Miike (2001) Um dos filmes mais conhecidos e cultuados do cineasta japonês Takeshi Miike, "ichi, the killer" foi proibido em diversos países pela sua extrema violência. Miike não poupa ninguém: mata homens, mulheres e crianças com requintes de crueldade e sadismo. Duas cenas se tornaram antológicas no imaginário cinéfilo: um mafioso pendurados por ganhos e sendo torturado com uma faca e óleo quente; e um mafioso encaixotado dentro de uma televisão e sendo torturado por espetos de metal. Qualquer semelhaça com "Hellraiser", de Clive Barker, não é mera coincidência. os protagonistas são adeptos de bondage e SM, e amam torturar e serem torturados, chegando a ter orgasmos e 3j4cul4ções ao verem alguém morrer ou ser extupr4d0 na sua frente. O filme é adaptação de uma série de magá em 10 volumes, escrita e ilustrada por Hideo Yamamoto de 1998 a 2001. O filme tem uma montagem esquizofrênica e confusa e algumas imagens em vídeo. Essa confusão mental é um preparativo para algumas das cenas mais grotescas, bizarras e sádicas que você verá em um filme. O jorro de sangue e mutilações são claramente mal feitas para dar um tom de cartoon. O autor dao mangá, Yamamoto, descreveu a história como “uma história de amor” que envolve Kakihara e Ichi, dois assassinos. Os dois representam os extremos no mundo BDSM, com Kakihara sendo o avatar do masoquista, já que se mutila e pratica autoflagelo, sentindo prazer na dor, enquanto Ichi é o sádico, o causador de dores em todos os que o cercam."" Quando um chefe da Yakuza chamado Anjo desaparece com 300 milhões de ienes, seu principal capanga, um sadomasoquista chamado Kakihara (Tadanobu Asano) parte em busca dele. Após capturarem e torturarem um membro rival da Yakuza em busca de respostas, eles logo percebem que prenderam o homem errado e começam a procurar por Jijii, o responsável pela informação inicial. Em pouco tempo, Kakihara e seus homens encontram Ichi (Nao Ômori), um jovem psicótico e sexualmente reprimido com incríveis habilidades em artes marciais e lâminas que saem de seus sapatos. As atuações dos atores que interpretam Kakihara e Ichi são fenomenais e os looks, tanto de make quanto de figurino, são antológicas. Um filme ousado, polêmico e corajoso que mantém sua aura maldita até os dias de hoje.

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