quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

A Câmara de Horrores do Abominável Dr. Phibes

"Dr Phibes rises again", de Robert Fuest (1972) O personagem Dr Phibes, protagonizado por Vincent Price, foi responsável por me dar pesadelos na minha infância. Quando assisti aos 2 filmes, as cenas assustadoras, violentas, a atmosfera barroca, o fato de Dr Pibes não falar pela boca e sim por um aparelho acoplado ao seu pescoço, a sua assistente muda Vulnavia, sempre prestativa nos assassinatos...ficava com essas lembranças e simplesmente não dormia. Decidi rever agora em 2026, décadas depois de ver pela 1a vez na tv ( não pude ver no cinema pois era para 18 anos). Comecei pela continuação, "A câmara de horrores do Abominável Dr Phibes". O filme é de 1972, exatamente 1 ano depois do grande sucesso de crítica e público do 1o, "O abomináve; dr Phibes", de 1971. E para mim, revendo o filme, é claro que o filme "jogos mortais" deve muito à Dr Phibes. tanto a trama de vingança, quanto as mortes bizarras de pessoas que mecerem morrer. Phibes não mata pessoas aleatórias, todas que morrem, t6em culpa no cartório. Auqi, tem uma participação luxuosa de Peter Cushing, como o capitão do navio aonde os personagens viajam, de Londres até o Egito. O filme se passa três anos após os eventos do primeiro filme. O Dr. Anton Phibes ( Vincent Price ) está em uma cripta secreta, em estado de animação suspensa com sua esposa, Victoria ( Caroline Munro ). Graças a um alinhamento lunar com os planetas, a cripta se abre e Phibes é revivido. Seu plano é viajar para o Egito , onde se encontra o "Rio da Vida", para ressuscitar sua esposa e garantir a vida eterna para ambos. Ele conta com a ajuda de uma assistente, Vulnavia ( Valli Kemp ). No entanto, Phibes descobre que o mapa que mostra a localização do rio foi roubado de seu cofre e suspeita de um egiptólogo chamado Biederbeck (Robert Quarry), que também deseja a vida eterna. Phibes embarca no mesmo navio onde Biederbeck está, junto de uma equipe de arqueólogos, e começa a matar um por um. O final, com Phibes cantando 'Somewhere over the rainbow", é um delicioso deboche que finaliza com primor essa franquia absolutamente original e bizarra, com maestria na direção de arte, figurino e ambientação. É um grande clássico pop que retrata o início dos anos 70 como poucos filmes.

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