sábado, 17 de janeiro de 2026

Killer whale

"Killer whale", de Jo-Anne Brechin (2026) Coloque no mesmo filme os filmes "Orca, a baleia assassina", 'Águas rasas" e 'A queda" e você terá "Killer whale", co-escrito e dirigido pela cineasta australiana Jo-Anne Brechin. Assim como "Tubarão", de Steven Spielberg foi acusado por ambientalistas de fazer um desserviço ao colocar no imaginário coletivo a ameaçada dos tubarões, o mesmo acontece aqui: Uma orca, chamada de Ceto, que durante anos animava o público em um aquário na Tailândia, tem seu filhote morto e decide fugir do aquário, matando todo ser humano que encontrar na frente, em fúria assassina. Esse mote é o mesmo de "Orca, a baleia assassina", de uma baleia mãe que quer se vingar dos assassinos de seu filhote. De 'Águas rasas", as roteiristas roubaram o mote de que o único esconderijo possível é as sobreviventes ficarem suspensas em uma rocha no meio do oceano. De "A queda", o plágio é ainda maior: escalaram a mesma atriz, Virginia Gardner, que agora tem uma personalidade diferente da que ela tinha em 'A queda", quando descobrimos que ela era a amante do namorado da amiga. Aqui, ela é a boazinha da vez, Maddie, e tem uma melhor amiga, Trish (Mel Jarnson). Maddie está há um tempo reclusa, após seu namorado ter sido assassinado em um assalto onde Maddie era atendente. Para tirar Maddie da depressão, Trish a convida para passar férias na Tailândia. Trish conhece Josh, e os três juntos decidem ir até uma praia isolada de jet ski. Mas eles são atacadaos pela orca. O filme tem efeitos de pós produção muito ruim, nitidamente um cgi amador. A orca em si até que é bem feita. Mas o roteiro é previsível.

Nenhum comentário:

Postar um comentário