sábado, 17 de janeiro de 2026

Extermínio- O templo dos ossos

"28 days later- the bone temple", de Nia DaCosta (2026) Juro que dei um berro na cena final, quando aparece o personagem que todo mundo esperava há 30 anos. E que alegria saber que ele será o protagonista da saga final. Anunciada como uma trilogia, a nova franquia de "Extermínio", teve início em 2025, com o diretor Danny Boyle e o roteirista Alex Garland lançando "Extermínio, a evolução". Protagonizado por Aaron Taylor Johnson, Jodie Comer, Ralph Fiennes e o pequeno Alfie Willians no papel de Spike, o filme terminava com Spyke encontrando a gangue do líder de uma seita satânica Jimmy Cristal (Jack O'Conell). Em "Extermínio- O templo dos ossos", agora dirigido por Nia daCosta (Diretora de "As Marvels" e "A lenda de Candyman") , a história começa exatamente de onde terminou. Spike agora é obrigado a fazer parte da seita de Jimmy, um fanático religioso que acredita que o apocalipse zumbi foi criado pelo Diabo, e os infectados são as criaturas enviadas para acabar com a humanidade. O grupo rouba e assassina sobreviventes não infectados, apra horror de Spike. Paralelo, o Dr Kelson (Fiennes) faz experimentos com Sansom , o infectado Alfa, e descobre que consegue reverter os efeitos da infeccão, fazendo Sansom aos poucos resgatar a sua memória e a sua humanidade. O filme tem trilha sonora de Duran Duran e Iron Maiden, grupos que Dr Kelson é fã. O filme é ousado, com muitas cenas de nudez frontal masculina, e violência extrema, com cenas de escalpelamento. O personagem de Jimmy lembra muito o Negan (Jeffrey Dean Morgan) de "The walking dead", e o filme se atém ao mesmo tema: mais violentos que os infectados, é a raça humana. O núcleo de Aaron Taylor nem aparece no filme. O filme tem ótimas atuações, mas quem rouba todas as cenas é Ralph Fiennes, espetacular e memorável no personagem, com destaque para a cena de performance ao som de Iron maiden.

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