quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Sully, o Herói do Rio Hudson

"Sully", de Clint Eastwood (2016) Chesley 'Sully' Sullenberger já tinha 40 anos de vôo quando o avião da us Airways que pilotava, junto do co-piloto Jeff Skiles sofreu uma pane após colidir com pássaros e ter de aterrisar à força no rio Hudson, em Nova York. Era janeiro de 2009 e o mundo inteiro o alçou à condição de herói, por ter salvo a vida de toda a tripulação e passageiros, em um feito jamais realizado antes. No entanto, mesmo com toda a mídia parabenizando a sua façanha, o órgao de fiscalização aéreo o acusou de ter tomado atitude errada, provocando prejuizos na cia aérea. Alegam que ele poderia ter tido condições de retornar até as pistas de La Guardia ou Terebebe, salvando a aeronave. O que vemos então, é o embate de Sully contra o sistema. Com a direção precisa de Eastwood, que previlegia o drama mais do que a ação, e a já esperada atuação sensacional de Tom Hanks, o filme cumpre a promessa de entreter o público, mesmo que as cenas do acidente tenham sido filmadas sem tanta tensão. O que impressiona de fato, são as cenas de resgate com o avião pousado no rio, a computação gráfica está de parabéns. Do elenco de apoio, Aaron Eckhart, no papel de Jeff, e Laura Linney, como a esposa de Sully,, formam uma ótima escada para Hanks. As cenas finais, com as imagens reais dos sobreviventes e de Sully, Jeff e tripulação, são emocionantes.

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