quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Guerra

"Krigen", de Tobias Lindholm (2015) O cineasta e roteirista dinamarquês Tobias Lindholm tem um excelente currículo. Escreveu o roteiro do primoroso " A caça" e dirigiu o ótimo " Sequestro", que teve uma versão americana com Tom Hanks chamada " Capitão Philips". Em " Guerra", acompanhamos os dois lados de uma guerra: os soldados que lutam, e o soldado que em terra firme sofre um Bombardeiro de acusações de uma advogada de acusação. O filme parte da ótima premissa: como julgar um Comandante que durante um combate ordenou uma ação que tesourou na morte de 11 civis afegãos, com a finalidade de salvar um soldado dinamarquês? Quem tem a razão? Como julgar se a advogada não estava em loco e não sabe o que a mente de uma pessoa em situação de desespero age? Um pelotao dinamarquês se encontra em missão do Afeganistão contra os talibãs. Quando se encontram encurralados, o Comandante determina que se faça uma ação para salvar um soldado, mas não mede as consequências. Ele é obrigado a voltar para a Dinamarca e enfrentar um processo de guerra contra civis morros. Ao mesmo tempo, ele enfrenta uma crise familiar: sua esposa e três filhos sentem falta de sua presença, é uma possível prisão irá botar toda a relação água abaixo. O filme foi indicado para o Oscar de filme estrangeiro 2016. Particularmente, preferia que essa vaga fosse para o belga " O novíssimo testamento", um Filme brilhante com roteiro inteligente. " Guerra" tem boas cenas de ação, ótimos atores e bom roteiro. Mas a sub-trama me incomodou, levou o filme a um melodrama que deveria ter sido evitado e concentrar os esforços apenas no conflito moral da guerra e dos soldados envolvidos. A personagem da esposa é uma chata, e insensível. Nota: 7

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