quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Trolls

"Trolls", de Mike Mitchel (2016) O cineasta Mike Mitchel realizou a última parte de " Shrek" e a continuação de " Bob esponja" , ou seja, ele já é mega escolado em animações politicamente incorretas. Em " Trolls", ele resolveu aposentar as safadezas e apostou em um filme repleto de fofura para todos os lados. Personagens carismáticos, história de redenção e muita, muita cor, como você jamais havia visto em um desenho. Talvez com medo de perder o público adulto diante de história tão ingênua, encheu o filme com canções pop clássicas, convidou astros bombados para dublar e incluiu referencia a eterna história de Cinderela. O resultado é o filme mais gay da história do cinema, saltitante, brilhoso e repleto de glitter. O visual totalmente espalhafatoso combina com a proposta da história: são seres felizes, que se abraçam, cantam, dançam e vivem das cores. Imposssivel não se apaixonar pelos Trolls e no meu caso, de Bridget, da tribo dos Bergens, devoradores dos Trolls no intuito de também serem felizes. Uma pena que aqui no Brasil somente foram lançadas versões dubladas do filme. A única versão legendado nem durou no circuito. Esperar sair em DVD e rever esse filme que me fez ficar muito feliz, e com vontade de dançar e cantar.

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