sexta-feira, 31 de março de 2017

O espaço entre nós

"The space between us", de Peter Chelsom (2017) Britt Richardson é um fenômeno: uma jovem atriz, bonita, talentosa..mas com um dom impressionante para ser pé fria. Ela precisa urgente ou mudar de Agente, ou reavaliar as suas escolhas. Todos os seus últimos filmes ou fracassaram nas bilheterias, ou foram polêmicos. "Tomorrowland" foi um dos maiores desastres financeiros da Disney. "Quatro vidas de um cachorro" naufragou antes de ser lançado, por conta do video de maus tratos a um dos cachorros usados no filme. "Mr Church", com Eddie Murphy, nem foi lançado aqui no Brasil, e foi alvo de criticas pela comunidade negra, que o acusou de fazer parte dos filmes "Magical negroe", onde negros são subservientes ao homem branco. Agora, com esse "Um espaço entre nós", que foi detonado pela crítica e publico. O filme, pelo trailer, emocionava bastante com a história incrível de um garoto que nasceu em uma primeira missão de colonização em Marte. Porém, devido as condições de seu nascimento, ele não pode vir `a Terra, pois seu corpo frágil não aguentaria a gravidade. Passado os anos, o menino se torna adolescente, Gardner (Asa Butterfield, de "Hugo Cabret" e " O lar das crianças peculiares"). Ele é criado por cientistas na estação espacial em Marte. Conectado `a alta internet, ele bate papo em um chat com uma adolescente problemática, Tulsa (Richardson), sem que ela saiba que ele está em Marte. Apaixonado, Gardner quer vir `a Terra por duas razoes; conhecer Tulsa e conhecer seu pai, sem paradeiro. Com um elenco formado também pelos talentosos Gary Oldman e Carla Gugino, o filme desanda quando o menino chega `a Terra. Parece que se transforma em um outro filme, e se torna um filme corriqueiro sobre adolescentes desajustados e bullying. A direção não aproveita o alto potencial da trama bizarra e lúdica e o romantismo, que deveria ser um pequeno clássico de jovens feito para chorar, não provoca a minima emoção. Uma pena, porque Asa Butterfield é um rapaz muito talentoso. Gary Oldman esta totalmente no automático. O filme é sem ritmo, e os efeitos, razoáveis.

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