quarta-feira, 23 de maio de 2018

Maria e a Flor da Bruxa

"Meari to majo no hana", de Hiromasa Yonebayashi (2017) O animador Hiromasa Yonebayashi foi um dos principais artistas do Studio Ghibli. Ele decidiu abrir a sua própria produtora, os Studios Ponoc, e "Maria e a Flor da Bruxa" é o primeiro filme realizado por eles em sua nova casa. Adaptado do clássico da literatura juvenil, "A pequena vassoura", de inglesa Mary Stewart, o filme é uma mistura pouco provável de "Harry Potter"com "A viagem de Chihiro". Maria acaba de se mudar para a casa de sua avó, nos campos. Entediada, ela resolve passear na floresta, até que encontra uma vassoura e também uma flores azuis. Logo ela descobre que a flor é mágica e lhe confere poderes de bruxa. A vassoura a leva até uma terra distante, onde existe uma escola de bruxos, comandado pelo casal Madame e Dr. Eles descobrem que Maria sabe do paradeiro da flor azul e querem que ela traga para eles, caso contrário, farão mal a Peter, amigo de Maria. Com uma animação que remete o tempo todo aos clássicos da Ghibli, o filme encanta e tem uma trilha sonora impecável. Mas infelizmente, fica aquela sensação de deja vu, o que prejudica o filme, que em momento algum empolga. Vale assistir, até porque a história é repleta de elementos de fantasia que a garotada vai se animar, mas que 20 minutos fariam um bem danado pro filme, ah isso faria.

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