quinta-feira, 28 de julho de 2016

Meu nome é Jacque

"Meu nome é Jacque", de Angela Zoe (2016) O Documentario " Meu nome é Jacque" é um filme necessário. Um filme que fala sobre auto-estima e a busca pela identidade, pelo ser humano, independente de idade, opção sexual, raça ou vícios na vida. O filme abraça vários temas: a mulher Trans, o portador do Hiv, a irmã adotiva negra que quando criança não se aceitava, o irmão ex dependente químico, os filhos adotivos que foram abandonados pelos pais biológicos... Todas essas pessoas querem ser aceitas na sociedade e não serem tratados de forma diferente. Jacqueline Rocha desde criança sabia que era diferente. Como boa parte dos transsexuais, afirmava que tinha nascido em corpo errado. Ela não se considerava gay, e sim, uma mulher. O filme fala sobre a aceitação de suas famílias, da mudança de sexo, do casamento com Vitor, do contagio do viria Hiv, e de sua luta como ativista e militantes dos portadores de Hiv e da mulher nas Nações Unidas, por conta de seu trabalho em uma ong que batalhava pelos direitos dos soropositivos. O filme emociona pelos relatos de Jacque, seu marido e os irmãos dela, em parcial Renato, ex dependente químico e que dizia que sempre respeitou a diferença de Jacque dentro de casa. É um filme simples má formação, mas dirigido e conduzido com extrema sensibilidade, sem apelar para bandeiras e para o piegas.

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