quinta-feira, 28 de julho de 2016

Jason Bourne

Jason Bourne", de Paul Greengrass (2016) Seu nome é Bourne. Jason Bourne. Nesse quarto filme da franquia " Identidade Bourne", o próprio já tem conhecimento de sua origem e de quem ele foi, mas precisa saber o porque que seu pai criou o projeto no qual ele se inscreveu. Para isso, ele vai atrás de informações e conta com ajuda de hackers. Aliás, o que seria dos filmes de espionagem sem os hackers? Paul Greengrass novamente mostra a sua maestria em filmar cenas de ação, dessa vez se atendo única e exclusivamente na aventura ininterrupta. Não dá tempo para narrar dramaturgia: é só correria, tiros e muita confusão, que assim como James Bond, percorre vários países do mundo. A sequência final em Las Vegas impressiona pela alta produção e pelo orçamento gasto. No final das contas, apesar de me divertir com o filme, conclui que é mais um filme da franquia, que pelo visto está longe de terminar. A cada filme, um pequeno item é descoberto. O que mantém o espectador interessado, além da óbvia parte técnica, é o excelente casting, que incluir os ótimos Tommy Lee Jones, no papel do vilão Diretor da Cia, Alicia Vikander como sua subalterna, Vincent Cassel interpretando o enésimo vilão da sua carreira e Riz Ahmed, que interpretou Rick, em "O abutre". O filme flerta com temas atuais: imigração, roubo de dados em redes de computador, manifestações populares na Grécia...para quem busca apenas adrenalina, vai adorar pois o filme tem ação ininterrupta. Para quem buscava logo diferente, talvez se decepcione.

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