sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Vôo 7500

"7500", de Takashi Shimizu (2014) Filme de suspense dirigido pelo cineasta do cult japonês "O grito", que teve refilmagem americana dirigida pelo mesmo cineasta. Agora em "Vôo 7500", Shimizu se inspira na história real do vôo Helios 522 e narra uma história sobrenatural, de fantasma. Mas o que era para ser um filme assustador, vira apenas um entretenimento para espectadores pouco exigentes, uma vez que o roteiro apresenta mil questões em aberto e que não se explicam. Passageiros embarcam no vôo 7500 que sai de Los Angeles até Tokyo. à Bordo, 231 pessoas. Serão 10 horas de vôo. Quando um passageiro morre inesperadamente, coisas estranhas passam a acontecer durante o vôo. Comissários e passageiros procuram descobrir o que está acontecendo, antes que seja tarde demais. Para varias, muitas cenas existem para reforçar a idéia de que em filmes de terror, os personagens são estúpidos. 1) Porquê uma passageira, que quase morreu dentro de um banheiro, volta meia hora depois para o mesmo banheiro como se nada tivesse acontecido? 2) Passageiros gritam pedindo socorro e ninguém escuta nada dentro de um avião com 231 passageiros! 3) Porquê alguém, sabendo que pessoas estão sumindo dentro do avião, insiste em seguir sozinho para determinados lugares? 4) Como é que um vôo permite exibir em sua tela de tv um episódio da série "Além da imaginação" onde um ser monstruoso quer derrubar o avião? Enfim, essas e muitas outras questões que nem posso citar correndo o risco de botar spoiler, acontecem e segue vida adiante como se tudo fosse normal. A cena final é uma bobagem só, nem deveria existir porquê não acrescenta nada. Atores medianos, produção barata ( acontece tudo dentro do vôo), naquelas simulações que até o espectador mais leigo sabe que foi filmado em um estúdio. Diverte? um pouco, faz passar tempo para quem não tá a fim de questionar nada. Só a sensação de que o filme poderia ter sido melhor aproveitado. Nota: 6

Um comentário:

  1. Eu achei bem interessante até, e tem muito suspense, mas é previsível. E o final eu adorei, mesmo que já tenha sido explorado em outros filmes.

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