quinta-feira, 18 de julho de 2013

Renoir

"Renoir", de Gilles Bourdos (2012) Acabando o filme, só posso dizer uma coisa: Cacete, que Fotografia esplendorosa! O fotógrafo chinês Ping Bin Lee, responsável em parte por "Amor a flor da pele", e "Como na canção dos Beatles, Norwegian Wood", fortalece sua presença no Cinema mundial, e com certeza, é um dos grandes nomes hoje em dia. Sua luz reproduz com perfeição as pinturas iluministas, e daí, entendemos porque os pintores preferiam pintar em regiões como na Cote D ázur, retratada no filme. O sol faz uma bela presença, e reproduzi-la é obra de um Deus. O filme conta a história do pintor Renoir, já em fase final da vida, doente e cadeirante, e a relação com sua musa Andrée, uma jovem atriz que aceita posar para seus quadros. Porém, quando seu filho Jean Renoir volta da guerra, ferido, uma chama se acende entre Jean e Andree, provocando ciúmes em Renoir e no outro filho pequeno. A força da musa faz com que Jean aceite criar uma ambição na vida e futuramente, graças a ela, ele se transforma em cineasta ( entre outros, a obra-prima "A regra do jogo"). O filme dramatiza os conflitos e dilemas entre pai e filho, seja pela morte da esposa e mãe, seja pela dedicação a algo na vida. A direção, no entanto, aposta tanto nas imagens e em planos bonitos que deixa a dramaturgia de lado. A história corre frágil, sem muita emoção, e o ritmo é bem lento. Os atores por sua vez estão ótimos: Michel Bouquet sensacional como Renoir, conferindo dignidade ao papel. A bela e talentosa Christa Theret, vista recentemente no ótimo "O homem que ri", esbanja sensualidade e espontaneidade, visto que ela fica nua 50 % de suas cenas. Vincent Rottiers, ator do drama "Feliz que minha mãe está viva", no papel de um adolescente, cresceu e se tornou um homem sedutor. Fora isso, a direção de arte, figurino, maquiagem, tudo contribui para o desbunde visual do filme. A trilha sonora de Alexandre Desplat ( Argo, Harry Potter, Ferrugem e ossos) aposta no tom clássico e funciona que é uma beleza nas imagens. Tivesse mais romantismo e adrenalina, seria um filme perfeito. Nota: 7

3 comentários:

  1. Que atriz linda é a beldade loura e francesa Christa Theret de modo que ela é uma mistura perfeita e angelical de Jennifer Lawrence com Carla Gravina. A bela Christa e seu moreno e gostosão namorado engenheiro e brasileiro Felipe Lavor da Casa Lua em Niterói inclusive lutam juntos contra o cineasta neozelandês Peter Jackson que é o vilão principal do meu romance de ação e aventura intitulado A Morte ao Vivo.

    ResponderExcluir
  2. O bonitão brasileiro Felipe Lavor inclusive é uma mistura sensual e voluptuosa de Evan Mirand com John McConnell conquistando definitivamente o coração da bela e angelical Christa Theret e lutando ao lado dela contra o cineasta neozelandês Peter Jackson na trama romântica e eletrizante de A Morte ao Vivo também.

    ResponderExcluir
  3. Além da maravilhosa Christa Theret, Felipe Lavor também vive intensas paixões sexuais com a loura e belíssima atriz de cinema italiana Antonella Giacomini em Paixão Selvagem e com a loura e lindíssima bomba sexual angelical e estadunidense do cinema de Hollywood Penelope Ann Miller em Paixão Sensual também.

    ResponderExcluir