sábado, 6 de maio de 2017
A próxima pele
"La propera pell", de Isa Campo e Isaki Lacuesta (2016)
Drama de mistério, premiado em vários festivais na Europa, narra a história de Gabriel, um adolescente que havia dado como morto pelo sumiço de 8 anos, e acaba sendo encontrado pela sua mãe, Ana, ao ver fotos de um abrigo para jovens delinquentes. Retornando para casa, paira uma dúvida se ele é realmente Gabriel, ou algum impostor querendo tomar proveito da situação.
O filme , narrado em um tom de constante mistério e sedução, caminha por um desfecho inusitado, onde surgem temas como homossexualismo e violência doméstica. Bem dirigido pela dupla de cineastas/roteiristas, e com ótimas atuações do elenco, " A próxima pele" é uma grata surpresa. Excelente fotografia e trilha sonora.
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Achei horrível esse filme. Totalmente sem pé nem cabeça.
ResponderExcluirtambém achei sem pé nem cabeça
ExcluirConcordo plenamente...to com raiva d mim por ter assistido ! Uma bost@
ExcluirEu tbm palhaçada
ExcluirEu nao emtendi nada... achei q teria um final surpreedente aff
ExcluirAcompanho o blog há bastante tempo, acho excelentes as críticas de Hsu, sou muito grata pelo trabalho dele.
ResponderExcluirNão vi o filme ainda mas pretendo (tá no Netflix) gostaria apenas de pontuar que o termo homossexualismo utilizado nessa resenha tem conotação altamente preconceituosa visto que enquadra um tipo de orientação sexual (homossexualidade)como doença.
Bla, bla, mi, mi, mi, bla, bla, bla...
ExcluirÍdem.. Bla bla bla mi mi mi bla bla
ExcluirÍdem do Ídem...
ExcluirBla bla mi mi mi bla bla bla
Este comentário foi removido pelo autor.
ExcluirÍdem3
ExcluirDá muito gosto trocar essa ideia com gente assim cheia de argumentos e pensamento atualizado ao avanço das pautas dos direitos humanos, muito enriquecedor! ;)
ExcluirNossa, nada a ver. O resenhista só falou que o filme abordara em algum momento o homossexualismo. Não falou mais nada. A interpretação foi sua.
ExcluirNão existe homossexualismo, pessoal. Podem procurar no CID (catálogo de doenças da OMS, instância máxima em saúde no mundo) ou em qualquer produção científica séria. Esse termo está extinto pelo simples fato de uma orientação sexual não poder ser enquadrada como doença. Dei esse toque aqui, do lugar de psicóloga e aliada a luta LGBTQI, mas beleza, podem continuar comentando aqui que é mimimi, nada a ver, etc. O baile segue, bora evoluir... Abraços!
ExcluirNão li na resenha nenhuma associação de homossexualismo a algum tipo de doença.
ExcluirOu pronunciar a palavra homossexualismo agora virou homofobia tbm????Cada uma
A resposta a sua última pergunta é SIM.
ExcluirTanto que esse termo foi retirado há, se não me engano, mais de uma década do meio acadêmico científico por inicialmente denotar uma disfunção. Portanto, caso não queira correr o risco de ser considerada homofóbica (acertadamente ou não) eu recomendo que use a palavra HOMOSSEXUALIDADE. Essa é a contribuição na discussão que venho tentando fazer desde meu primeiro comentário mas quando se tem tanta relutância em ajustar o uso de um termo como maneira de prevenir ofender milhões e milhões de pessoas pelo mundo fica meio claro que a pessoa não se importa. Fico por aqui e deixo o Google dar conta se surgirem outros questionamentos. Abraços!
Querida Vivix, acho importante tratar dos conceitos mais adequados mesmo. No entanto, o sufixo "ismo" não indica doença, de modo algum. Então, [-ismo] indica sistema ou doutrina. Pergunto-te quantas doenças terminam com "ismo". Reumatismo? Mas posso te listar outras palavras que não são doenças. Cristianismo. Judaísmo. Ateísmo. Pacifismo. Africanismo. Pragmatismo. Modernismo. A lista é enorme. Agora a discussão que nos cabe é se é mais adequado utilizar o termo -dade em vez de -ismo. E, se sim, por qual razão. Mas não porque -ismo signifique doença, porque, radicalmente, em linguística, não significa, de modo algum, jamais.
ExcluirE você é uma retardada por fazer esse comentário e encher o saco alheio
ExcluirParabéns Vivix. Pela coragem de mostrar que o ser humano pode evoluir e o quanto a ignorância atrasa a evolução da humanidade.
ExcluirEu não entendi o final. Muitas perguntas ficaram sem respostas! Ele de fato é o Gabriel? Ele matou o pai? Ele matou o tio? Todos estavam escondendo a verdade dele? Pra mim, todas as respostas são SIM. Achei que o final deixou a desejar no sentindo de não ter dado as respostas.
ResponderExcluirele deu as respostas quando mostrou as queimaduras de cigarro
Excluirele matou o pai pq ele é o gabriel não um impostor
Com certeza matou o pai, não conseguindo viver com isso, acaba fugindo física e mentalmente da situação, que é o tal bloqueio dissociativo que às vezes parece farsa. Reparem na cena final que a mãe tem as mesmas marcas de queimaduras nas costas como ele, em local impossível de ser automutilação (seu amigo sabia das torturas que ele sofria do pai)
ExcluirNão dá pra saber se matou o tio, é possível, bateu forte com a pedra, cresceu uma criança violenta certamente pela criação que teve.
Francisco
Concordo plenamente com vc
ExcluirTambém foi isso que conclui!
ExcluirExcelente filme.
ExcluirQue bosta
ResponderExcluirTambém não gostei , e não entendi se ele era ou não o Gabriel. O tio morreu? Ele matou o pai?��♀️
ResponderExcluirTambém não entendi.
ExcluirEu gostei do filme e se ele deixou dúvidas, foi com a intenção de nós, espectadores, nos colocasse no lugar do Gabriel (ja q ele tinha aminesia). Primeiro eu pensei q estava ocorrendo uma certa atração dele pela ana, mas não, isso só surgiu para nos mostrar q sim, ele matou o pai. A justificativa está na cara, ela sofria muito na mão do marido e, após vivenciar várias brigas do casal, o filho não aguentou e matou o pai, q era odiado por muitos do vilarejo, por conta so seu temperamento difícil. A dúvida q paira na cabeça do mentor de gabriel foi plantada pelo Enric, q se sentiu ameaçado pela presença daquele rapaz bonito e principalmente pq ele não entendia oq aquele menino, q matou o próprio pai, estava fazendo alí. No entanto, devido a doença, nem ele sabia o q de fato tinha feito, até lembrar de tudo naquela ultima cena. Mas se vcs estão se perguntando se ele tbm matou o tio, eu respondo: acho que não.
ResponderExcluirSobre a cena homossexual: já previa isso quando Gabriel chegou e sotou uma indireta sobre a namorada do primo, lá no início do filme, depois sobre a frase "eu só confio em você"... com isso, Fica um pouco explícito q os dois tinha uma relação bem próxima na infância.
Adorei o filme, mas como todo mubdo falou, acho q poderia terminar com algumas respostas.
👏👏👏
ExcluirIsso mesmo....
ExcluirMuito boas suas colocações!
ExcluirMuito bom. Impossível ficar em dúvida se ele era ou não o Gabriel, na última cena TD se esclarece.
ResponderExcluirMuito bom. Impossível ficar em dúvida se ele era ou não o Gabriel, na última cena TD se esclarece.
ResponderExcluirMuito bom. Impossível ficar em dúvida se ele era ou não o Gabriel, na última cena TD se esclarece.
ResponderExcluirExcelente filme. Totalmente com todos os pés, cabeças e respostas. Gostei muito da dinâmica e sutilezas como as coisas foram colocadas.
ResponderExcluirNão entendi então a última cena. Era o pai que torturava a mãeeé o Gabriel com queimaduras de cigarro ok, já que era nas costas dos dois.
ResponderExcluirFilme bom
ResponderExcluirFilme ridículo...
ResponderExcluirótimo filme, diria que é um filme de detalhes (mínimos), adorei mais ainda pelos intervalos em que o personagem pratica o budismo recitando o "Nam myoho rengue kyo" tentando de alguma forma buscar a verdade, e no final a encontra! perfeito!
ResponderExcluirObrigada pela resposta, pensei isso tbm..me emocionei ao ouvi-lo recitativo na myoho renge kyo!!!🙏🙏
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ResponderExcluirfilmaço
Excelente filme!
ResponderExcluirEu acho que eu nunca me arrependi tanto de assisti um filme, como eu me arrependi agr
ResponderExcluirÓtimo filme!!!
ResponderExcluirFilme de questões profundas para quem medita no que se vê. Raciocínio lógico das cenas leva a conclusão que alguns "até o psicólogo foi sugestionado pelo tio possessivo" contra GABRIEL.
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirFilme bosta, perca de tempo 😒
ResponderExcluirExcelente filme. Não se trata de uma filme cujo as respostas são dadas de bandeja a nós espectadores. É preciso pensar um pouco, além de um olhar mais atento a interpretação. Para mim, ele é sim Gabriel, isso fica claro na última cena, quando ele se lembra de ter matado o pai, justamente por conta dos maus tratos que ele e a mãe sofriam.
ResponderExcluirÉ lamentável ainda ter que encontrar a palavra "homossexualismo" numa sinopse, logo num filme que aborda a questão sem nenhum preconceito. Podem trazer todas as explicações, mas a palavra "homossexualismo" está carregada da noção de doença que durante anos foi apregoada à homossexualidade. Não leio mais resenhas desse site. Mude os termos. Os termos têm história.
ResponderExcluirEu entendi que o tio foi quem armou tudo para ele matar o pai e depois deu dinheiro para ele fugir acusando -o pelo assassinato. Porque ele era apaixonado pela Ana e foi a forma que ele encontrou de tirar os dois do caminho. O que ele não contava é que a Ana encontrasse o Gabriel. Por isso ele dava dinheiro para que o Gabriel não contasse o que aconteceu.
ResponderExcluirHorrível. Não devia ter visto....
ResponderExcluirAchei um filme excelente! Retrata a carência de uma forma geral, não entrando no mérito da homossexualidade. Uma cidadezinha onde não há muito o que fazer, onde impera o controle, o ciúme e todos esses sentimentos que sempre destruíram e destroem as relações humanas. Acredito que Gabriel é filho de Ana e percebi que o Enric transferiu para Gabriel a raiva do próprio irmão, pois ele teve um envolvimento com Ana durante muito tempo e acha-se proprietário dela. Gabriel gosta dela como mãe e se preocupa, como qualquer filho. Também não acredito que Gabriel tenha matado o pai, mas o próprio irmão para tirá-lo do caminho e quase faz o mesmo com Gabriel. Enric mostra uma instabilidade emocional muito forte, além de violento. Ana se sujeitava aos abusos isso fica bem claro quando ela diz não e ele insiste. Um filme que mostra as neuroses de cada um.
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