sexta-feira, 5 de maio de 2017

A próxima pele

"La propera pell", de Isa Campo e Isaki Lacuesta (2016) Drama de mistério, premiado em vários festivais na Europa, narra a história de Gabriel, um adolescente que havia dado como morto pelo sumiço de 8 anos, e acaba sendo encontrado pela sua mãe, Ana, ao ver fotos de um abrigo para jovens delinquentes. Retornando para casa, paira uma dúvida se ele é realmente Gabriel, ou algum impostor querendo tomar proveito da situação. O filme , narrado em um tom de constante mistério e sedução, caminha por um desfecho inusitado, onde surgem temas como homossexualismo e violência doméstica. Bem dirigido pela dupla de cineastas/roteiristas, e com ótimas atuações do elenco, " A próxima pele" é uma grata surpresa. Excelente fotografia e trilha sonora.

34 comentários:

  1. Achei horrível esse filme. Totalmente sem pé nem cabeça.

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    1. também achei sem pé nem cabeça

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    2. Concordo plenamente...to com raiva d mim por ter assistido ! Uma bost@

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  2. Acompanho o blog há bastante tempo, acho excelentes as críticas de Hsu, sou muito grata pelo trabalho dele.

    Não vi o filme ainda mas pretendo (tá no Netflix) gostaria apenas de pontuar que o termo homossexualismo utilizado nessa resenha tem conotação altamente preconceituosa visto que enquadra um tipo de orientação sexual (homossexualidade)como doença.

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    1. Bla, bla, mi, mi, mi, bla, bla, bla...

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    2. Ídem.. Bla bla bla mi mi mi bla bla

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    3. Ídem do Ídem...
      Bla bla mi mi mi bla bla bla

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    4. Este comentário foi removido pelo autor.

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    5. Dá muito gosto trocar essa ideia com gente assim cheia de argumentos e pensamento atualizado ao avanço das pautas dos direitos humanos, muito enriquecedor! ;)

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    6. Nossa, nada a ver. O resenhista só falou que o filme abordara em algum momento o homossexualismo. Não falou mais nada. A interpretação foi sua.

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    7. Não existe homossexualismo, pessoal. Podem procurar no CID (catálogo de doenças da OMS, instância máxima em saúde no mundo) ou em qualquer produção científica séria. Esse termo está extinto pelo simples fato de uma orientação sexual não poder ser enquadrada como doença. Dei esse toque aqui, do lugar de psicóloga e aliada a luta LGBTQI, mas beleza, podem continuar comentando aqui que é mimimi, nada a ver, etc. O baile segue, bora evoluir... Abraços!

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    8. Não li na resenha nenhuma associação de homossexualismo a algum tipo de doença.
      Ou pronunciar a palavra homossexualismo agora virou homofobia tbm????Cada uma

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    9. A resposta a sua última pergunta é SIM.
      Tanto que esse termo foi retirado há, se não me engano, mais de uma década do meio acadêmico científico por inicialmente denotar uma disfunção. Portanto, caso não queira correr o risco de ser considerada homofóbica (acertadamente ou não) eu recomendo que use a palavra HOMOSSEXUALIDADE. Essa é a contribuição na discussão que venho tentando fazer desde meu primeiro comentário mas quando se tem tanta relutância em ajustar o uso de um termo como maneira de prevenir ofender milhões e milhões de pessoas pelo mundo fica meio claro que a pessoa não se importa. Fico por aqui e deixo o Google dar conta se surgirem outros questionamentos. Abraços!

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  3. Eu não entendi o final. Muitas perguntas ficaram sem respostas! Ele de fato é o Gabriel? Ele matou o pai? Ele matou o tio? Todos estavam escondendo a verdade dele? Pra mim, todas as respostas são SIM. Achei que o final deixou a desejar no sentindo de não ter dado as respostas.

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    1. ele deu as respostas quando mostrou as queimaduras de cigarro
      ele matou o pai pq ele é o gabriel não um impostor

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    2. Com certeza matou o pai, não conseguindo viver com isso, acaba fugindo física e mentalmente da situação, que é o tal bloqueio dissociativo que às vezes parece farsa. Reparem na cena final que a mãe tem as mesmas marcas de queimaduras nas costas como ele, em local impossível de ser automutilação (seu amigo sabia das torturas que ele sofria do pai)
      Não dá pra saber se matou o tio, é possível, bateu forte com a pedra, cresceu uma criança violenta certamente pela criação que teve.
      Francisco

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  4. Também não gostei , e não entendi se ele era ou não o Gabriel. O tio morreu? Ele matou o pai?��‍♀️

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  5. Eu gostei do filme e se ele deixou dúvidas, foi com a intenção de nós, espectadores, nos colocasse no lugar do Gabriel (ja q ele tinha aminesia). Primeiro eu pensei q estava ocorrendo uma certa atração dele pela ana, mas não, isso só surgiu para nos mostrar q sim, ele matou o pai. A justificativa está na cara, ela sofria muito na mão do marido e, após vivenciar várias brigas do casal, o filho não aguentou e matou o pai, q era odiado por muitos do vilarejo, por conta so seu temperamento difícil. A dúvida q paira na cabeça do mentor de gabriel foi plantada pelo Enric, q se sentiu ameaçado pela presença daquele rapaz bonito e principalmente pq ele não entendia oq aquele menino, q matou o próprio pai, estava fazendo alí. No entanto, devido a doença, nem ele sabia o q de fato tinha feito, até lembrar de tudo naquela ultima cena. Mas se vcs estão se perguntando se ele tbm matou o tio, eu respondo: acho que não.
    Sobre a cena homossexual: já previa isso quando Gabriel chegou e sotou uma indireta sobre a namorada do primo, lá no início do filme, depois sobre a frase "eu só confio em você"... com isso, Fica um pouco explícito q os dois tinha uma relação bem próxima na infância​.
    Adorei o filme, mas como todo mubdo falou, acho q poderia terminar com algumas respostas.

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  6. Muito bom. Impossível ficar em dúvida se ele era ou não o Gabriel, na última cena TD se esclarece.

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  7. Muito bom. Impossível ficar em dúvida se ele era ou não o Gabriel, na última cena TD se esclarece.

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  8. Muito bom. Impossível ficar em dúvida se ele era ou não o Gabriel, na última cena TD se esclarece.

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  9. Excelente filme. Totalmente com todos os pés, cabeças e respostas. Gostei muito da dinâmica e sutilezas como as coisas foram colocadas.

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  10. Não entendi então a última cena. Era o pai que torturava a mãeeé o Gabriel com queimaduras de cigarro ok, já que era nas costas dos dois.

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  11. ótimo filme, diria que é um filme de detalhes (mínimos), adorei mais ainda pelos intervalos em que o personagem pratica o budismo recitando o "Nam myoho rengue kyo" tentando de alguma forma buscar a verdade, e no final a encontra! perfeito!

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