quinta-feira, 28 de abril de 2011

Não se pode viver sem amor


de Jorge Durán (2010)

Roseli ( Simone Spoladore) e seu filho Gabriel saem de sua cidade e vem ao Rio de Janeiro, em busca de pai do menino, que desapareceu. Chegando ao Rio, suas vidas s ecruzam com tipos errantes, às vésperas da noite de Natal: João (Cauã Reymond), um jovem advogado decadente e desempregado, que é apaixonado por Gilda (Fabíula Nascimento), uma dançarina de boite que sonha se mudar da cidade, e que carrega um passado tenebroso. Temos também a história de Pedro (Angelo Antonio), filho de um taxista (Rogerio Froes), a quem ele dedica seu amor.
Gabriel possui poderes , e costuma criar um mundo de fantasia, para se abstrair da realidade que ele não gosta. João em ato de desespero, pega uma arma e assalta Pedro.
Todas essas histórias se interagem de forma extremamente forçada e gratuita. Os personagens são mal desenvolvidos, e a questão do realimso fantástico na história não funciona. Aliás, a mistura de gêneros não funciona: drama, comédia, fantasia se colidem de forma cruel , causando estranhamento. O filme não tem ritmo, alguns diálogos são ruins. O elenco infelizmente não funciona a contento. O menino chega a ser irritante em cena.
Tecnicamente o filme também é prejudicado por uma fotografia escura, movimento de câmera inadequado e um som muitas vezes inaudível.
Uma pena, pois a filmografia de Jorge Duran é muito interessante.

Nota: 6

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