domingo, 1 de fevereiro de 2026
Dona Flor e seus dois maridos
"Dona Flor e seus dois maridos", de Bruno Barreto (1975)
Um dos maiores sucessos de bilheteria d eum filme brasileiro, com 10.735.524 milhões de espectadores, superado em 2010 com "Tropa de elite". Publicado em 1966 por Jorge Amado, o filme ganhou a adaptação cinematográfica dez anos depois, dirigido por Bruno Barreto, então com 23 anos de idade. Fotografado por Murilo Salles, o filme capta as cores e arquitetura de Salvador, incluindo os figurinos e caracterização dos anos 40, realizados com muito esmero na produção. A adaptação do roteiro foi feita pelo próprio Bruno Barreto, o cineasta Eduardo Coutinho e Leopoldo Serran. No domingo de carnaval do ano de 1942, Vadinho (Zé Wilker), malandro casado com a cozinheira Flor (Sonia Braga) , está se divertindo com seus amigos em um bloco de carnaval, quando de repente, passa mal e morre. O filme volta ao tempo e divide a narrativa em 2 partes: o casamento com Vadinho, com o próprio roubando o dinheiro de Flor e gastando tudo na jogatina e mulheres. E o casamento com o farmacêutico Teodoro (Mauro Mendonça), um homem de comportamento totalmente o oposto de Cadinho: educado, trabquilo e respeitador. O único problema é que na cama, ele é recatado, e Flor sente falta da pimenta de Vadinho. Quando ela procura ajuda no terreiro, Vadinho retorna como espírito para atormentar Flor.
Eu nem lembrava que Vadinho como espírito só surgia faltando 25 minutos de filme, a lembrança que eu tinha era que ele estava em mais da metade do filme. O elenco de coadjuvantes, principalmente os amigos de malandragem de Vadinho, é composto pelos excelentes Nelson Xavier, Nelson Dantas e Rui Resende. A icônica trilha sonora é de Chico Buarque e Francis Hime, com a música "O que será", na voz de Simone.
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário