sábado, 14 de fevereiro de 2026
Birdeater
"Birdeater", de Jack Clark e Jim Weir (2023)
Anunciado como um filme de horror, "Birdeater", escrito e dirigido por Jack Clark e Jim Weir, na veradde é um drama com toques de thriller psicológico, mas ainda assim, uma narrativa de drama. O filme concorreu em SXSW e ganhou os prêmios de melhor filme nos festivais de Philadelphia e Sidney. Logo no início, surge uma cartela, anunciando ao público "Aviso para o público sobre a presença de masculinidade tóxica e um reconhecimento aos povos aborígenes de que filmaram em suas terras". Uma cartela estranha, parecendo pedir pemrissão para filmar na região e alertar ao público de possíveis gatilhos.
Louie (Mackenzie Fearnley) e Irene (Shabana Azeez) moram juntos. O prólogo apresenta a rotina de Louie, tanto na natação quanto no trabalho, e de Irene em casa. Louie, antes de sair de casa, sempre oferece comprimidos para Irene, que na verdade, são remédios para lidar com a ansiedade dela. Quando Irene pede Louie em casamento, ele reluta, mas depois aceita. Os amigos homens montam uma despedida de solteiro para Louie em uma bacana isolada. Ele pede para que Irene a acompanhe, e ela nega, pois acredita ser um ambiente de masculinidade tóxica. Ela repensa e aceita. Ele convida seus amigos da escola, Murph (Alfie Gledhill), Dylan (Ben Hunter) e Charlie (Alfie Gledhill). Charlie leva a sua noiva, Grace (Clementine Anderson), para fazer companhia à Irene.
Achei o filme muito monotono, com muita verborragia e quando os amigos se reencontram, fica um desfile interminável de diálogos de amigos faland tudo quanto é bobagem. Claro, eles bebem bastante e usam drogas, e passam a ter visões, e em determinando momento, traumas do passado surgem à tona. Ritmo arrastado, o filme aind atermina em aberto.
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