quarta-feira, 7 de março de 2018

Operação Red Sparrow

"Red Sparrow", de Francis Lawrence (2018) Diretor de vários filmes de aao famosos, como "Eu sou a lenda", "Constantine" e "Jogos vorazes", Francis Lawrence repete sua parceria com Jennifer Lawrence, nessa adaptação do best seller de espionagem "Red Sparrow". O filme evoca aqueles filmes que remetiam `a Guerra Fria, na eterna luta entre Russia e Estados Unidos. Lembra muito também os recentes"Atômica", com Charlize Theron, e "Kingsman", sem o humor do filme inglês. Jennifer Lawrence interpreta Dominika, uma bailarina russa do Bolshoi. ela cuida de sua mãe enferma. Após um acidente durante uma apresentação, e impossibilitada de continuar dançando, Dominika encontra dificuldades financeiras. Seu tio Ivan (Matthias Schoenaerts), que trabalha para a espionagem Russa, propõe a ela que entre para a rede de espionagem Red Sparrow: jovens que seduzem seus alvos e se tornam máquinas assassinas. Sua missão: seduzir o agente da Cia Nash ( Joel Edgerton) e descobrir quem é o espião russo que está passando informações para os Eua. Com um elenco primoroso , que inclui Charlotte Rampling Jeremy Irons e Mary-Louise Parker, o filme tem várias polemicas: cenas de nudez frontal de Jennifer e de um rapaz; mulheres que usam seus corpos como armas de sedução; trazer `a tona o tema de que os russos são os vilões; e uma sequencia inteira coordenada por Charlotte Rampling, aplicando em seus alunos a teoria prática de que para seduzir os alvos, vale tudo: o corpo não pertence `a pessoa, mas ao Estado. Vale ser estuprado. O filme é longo, quase 2:20 horas. Mas confesso que me diverti. Tem cenas tensas, violentas Jennifer está ótima. Mas é um filme ousado, adulto. As cenas de ação são bem feitas, mas como eu disse, ele lida com um tema que com certeza incomodará `a muita gente. Nos tempos onde a mulher quer mandar em seu corpo e nas suas ações, talvez os "Red Sparrows" estejam fora de moda.

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