quinta-feira, 9 de julho de 2015

Cidades de papel

"Paper towns", de Jake Schreier (2015) Eu sou um apaixonado por filmes sobre adolescência e amizade. Entre meus clássicos, estão "Conta comigo" e "As vantagens de ser invisível". Versão para o Cinema do 4o best seller de John Green, depois do mega sucesso "A culpa é das estrelas"( também explodindo na bilheteria na adaptação para as telas), é um drama adolescente sobre descobertas. O filme tinha tudo para dar certo: uma história road movie, um romance platônico, galera nerd divertida, primeira transa, etc. Não, não é "Malhação". O filme promete muito, mas deve em vários quesitos. Em primeiro lugar, ritmo e dinâmica. O filme é longo, tem muitos momentos arrastados, e faltou um suspensezinho que valorizasse o sumiço da protagonista. O que é bacana, é a porção road movie do filme, mas que também não foi bem explorado enquanto roteiro. Ficou tudo rápido, as situações se resolvem logo e n final, ficasse a sensação de terem corrido com o filme porquê ficou longo. Quentin ( o carismático Natt Wolf) é um jovem que desde criança foi apaixonado pela vizinha, Margo (Cara Delevingne). Os dois se tornam os melhores amigos, mas quando crescem, se afastam. Margo procura Quentin numa noite, de s;ubito, e propõe a Quentin se vingar de algumas pessoas que a sacanearam. Quentin se diverte, mas dias depois descobre que Margot fugiu de casa. Quentin descobre algumas pistas deixadas por Margot e junto de seus amigos nerds, vão em busca dela. O filme diverte em alguns momentos, mas na maior parte do tempo provoca tédio. O que é uma pena. O que ainda consegue provocar mais dinamismo e emoção ao filme é a trilha sonora, recheada de canções pop adolescentes estilo indie ou rock. Nota: 6

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