segunda-feira, 29 de junho de 2026

La mort n'existe pas

"La mort n'existe pas", de Félix Dufour-Laperrière (2025) Escrito e dirigido pelo animador canadense Félix Dufour-Laperrière,"La mort n'existe pas" concorreu em Cannes na quinzenda dos realizadores e também no Festival de Annecy. Co-produzido por França e Canadá, o filme traz uma narrativa que une o experimentalismo, com muitas imagens simbólicas, a coeçar pelos traços dos personagens: enquanto a natureza tem cores, os humanos são retratados sem cor. Um grupo de jovens ativistas ecológicos decide usar da violência e radicalismo contra uma família de poderosos, que detêm todas as terras da cidade. Helene, sua amiga Manon, o namorado de Helene, Marc e outros amigos invadem a mansão da família. Ao ver os integrantes matando e sendo mortos, Helene fica sme reação, e acaba fugindo para a floresta. Ali, ela é confrontada pelos fantasmas de Manon, de integrantes da família rica e de sua própria versão mais velha sobre o ocorrido e sobre uma possibilidade de uma segunda chance. O filme tem uma linguagem complexa e aberta a muitas interpretações. O filme apresenta os dois lados da batalha: ambos usam da violência extrema como a soluçao para o confronto. E no final, é a própria natureza que dá as caras. Um filme bonito, metafórico, mas não é para se assistir em qualquer mood.

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