domingo, 20 de março de 2016
México bárbaro
"México bárbaro", de Isaac Ezban, Laurette Flores Bornn e outros (2014)
Coletânea de 8 contos de terror produzidos no México, é o que existe de pior no universo do cinema de baixo orçamento. Efeitos péssimos, roteiros pífios, atuações amadoras e fotografia estilizada que tenta enganar o espectador, que fica achando que está assistindo a obras cults, quando na verdade, tudo é bem triste ( no mau sentido). Ainda assim, o filme tem cenas pesadas, gore, fetichistas, masoquistas, bárbaras e violentas. em um dos episódios, um bicho papão, na fora de um mendigo, sequestra um garoto de 11 anos e o devora aos poucos e ainda o estupra. em outro, uma jovem perde a virgindade com um monstro da floresta, que a obriga a praticar sexo oral ( acredite, tem uma cena explícita do pênis ereto e ela pagando boquete!!).
Não tem um único episódio que provoque suspense ou tensão, apenas clichês e cenas degradantes, que fazem "Saló" de Pasolini virar filme de criança. A recomendação? Fuja! Ficarei noites sem dormir, lembrando de cenas toscas, mas para quem não curte a imagem do cramulhão como eu, terei insônia na certa.
O último episódio, uma espécie de homenagem a "Drink no inferno", será um deleite para feministas xiitas de plantão.
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