quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Lunar


" Moon", de Duncan Jones (2009)

No futuro, a Terra é alimentada através da energia proveniente de minério extraído da Lua. Uma empresa, a Lunar, explora esse minério. Para isso, envia para lá um astronauta, Sam Bell(Sam Rockwell), que é incumbido de supervisionar a extração do minério. O contrato diz que Sam deve trabalhar por 3 anos, e aí, terá o direito de voltar à Terra. Nesse meio tempo, ele vê fitas gravadas por sua esposa e filha, que enviam através do robô Gerty ( a voz de kevin Spacey). A comunicação no entanto com a Terra não é mais possível, devido a um acidente. Gerty é o responsavel pela preservação da estação espaial e preza pelo bem-estar de Sam. Um dia Sam sofre um acidente na mineradora, e acorda na estação espacial, aos cuidados de Gerty. Sam tenta sair da estação, mas Gerty o impede. Sam vai assim mesmo, e acaba descobrindo que no local do acidente, se encontra um homem igual a ele. Ao trazê-lo à estação, Sam tem a terrível revelação que na verdade, od 2 são clones, gerados pela empresa, e que no prazo de 3 anos, são incinerados, dando lugar a outro clone. os dois clones tentam então lutar pela sobrevivencia, antes que um grupo de resgate venha eliminá-los.
Belo exemplar de ficção científica para adultos, no início parece um tanto hermético e confuso, mas aos poucos a ttrama vai se revelando cada vez mais enigmática. O ritmo é bem lento, e o diretor Duncan Jones, filho do cantor David Bowie, mostra talento ao conduzir uma traa tão intrincada. Jones depois viria a dirigir outro filme muito interessante, " Contra o tempo", com Jake Gyllenhaal. Jones com certeza deve ter se inspirado no filme " O homem que caiu na terra", com Bowie, por conta da estranheza de seu filme. Sam Rockwell está ótimo, conduzindo 2 personagens tão distintos. O filme tem um clima bem melancólico, principalmente na sua parte final. O filme é longo, poderia ter uns 15 minutos a menos. Muuitas refer~encias podem ser vistas no filme: " 2001". " O iluminado", " THX". A direção de arte é o ponto fraco do filme: a falta de orçamento fica evidente no visual: parece filme dos anos 80, todo fake, construído em estúdio.


Nota: 8

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