sábado, 14 de março de 2026
POV_ Presença oculta
"Bodycam", de Brandon Christensen (2025)
Co-escrito e dirigido por Brandon Christensen, é um terror canadense, considerado por alguns críticos como um dos melhores found footages dos último anos, o que discordo. O filme é bem genérico, e traz cena sinteiramente copiadas à exaustão de filmes como "A bruxa de Blair" e a famosa cena real, com o personagem de costas. A trama é bastante confusa e se tem uma coisa que me irrita, é porque 90 por cento dos found footage precisam trazer tramas que envolvam o sobrenatural ou seitas de adoradores do diabo. Amaria ver um found footage realista. A diferença aqui é a forma como a câmera que registra o found footage é trazida à história: dessa vez, tudo é registrado por bodycams, cameras acopladas aos coletes dos policiais, o que evita qualquer tipo de extravio oou alteração, já que é gravada em tempo real e não tem como ser acessada, a não ser com códigos da própria polícia.
Durante uma chamada, uma dupla de policiais, Jackson (Jaime M Callica) e Bryce (Sean Rogerson), o 1o, negro e o 2o, um branco racista, entram em uma casa, onde há uma suspeita de violência doméstica. O que eles encontram são um casal que está fora de si. Bryce acaba matando o homem e o bebê dele, ao acreditar estar sendo ameaçado de morte. A mulher se suicida ao ver que o homem morreu. A partir desse momento, fatos estranhos acontecem aos policiais, que encontram em seu caminho, transeuntes que dizem o tempo todo "Você tirou algo dele, agora ele irá tirar algo de você".
Lá pro final, aparece uma figura demoníaca meio aleatória. O filme evoca também "O bebê de Rosemary". Há quem diga ser uma invasão alienígena. Independente, é um filme de tensão muito baixos teores.
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