quinta-feira, 19 de março de 2026

Devoradores de estrelas

"Project Hail Mary", de Phil Lord e Christopher Miller (2025) Adaptado do romance de Andy Weir, "Devoradores de estrelas" é um grande sucesso de crítica. Capitaneado por dois atores esplêndidos, Ryan Gosling, em sua 2a aventura como astronauta, depois de "O primeiro homnem na lua", de 2018, e Sandra Huller, a grande atriz alemã, em sua estréia em filme americano. Mas eu estaria sendo injusto se não elogiasse o excelente trabalho de James Ortoz, como dublador e como responsável pela marionete do alienígena Rocky, um ser feito de pedras. Sandra Huller, curiosamente, aparece novamente cantando à capela, dpeois de cantar em "tonI rdmann" a música de Whitney Houston, "The greatest love of all". Aqui, ela canta "Sign of the Times" de Harry Styles. O mundo está prestes a entrar em colapso daqui há 30 anos: um vírus está destruindo os planetas do sistema solar, e para evitar que chegue ao planeta Terra, um esquadrão da Nasa, liderado por Eva Stratt (Sandra Hüller), chega até o professor de biologia de uma escola para crianças, Ryland Grace (Goslin). Ele ajuda os astronautas e cientistas na elaboração do envio de uma equipe até o sistema estelar Tau Ceti, para coletar amostrar do vírus. Se negando a participar como tripulante na missão suicida, Ryland é dopado. Ele acorda em uma nave espacial a anos-luz de casa, sem se lembrar de quem é ou como chegou lá. À medida que sua memória retorna, ele começa a desvendar sua missão: resolver o enigma da misteriosa substância que está causando o desaparecimento do Sol. Com a morte da tripulação e sozinho na missão, Ryland acaba encontrando uma ajuda vinda de um alienigena, que ele apelida de Rocky. O filme traz easter eggs de Interstellar, A chegada, Et, Inimigo meu, Contatos inediatos (incluindo a famosa trilha de John Willians). Com quase 3 horas de duração, o filme só me conquistou lá pela metade. Todo o início achei frio e árido, com termos científicos aborrecidos. Mas quando surge Rocky, o filme ganha outra domensão: melodrama, humor e uma amizade de faezr chorar lá pro final. Ryan Gosling é o ator perfeito para o papel, dosando humor e drama na medida certa. A trilha de Daniel Pemberton merece grande destaque, repsonsável pelo ritmo e dinâmica do filme. Idem a fotografia de Greig Fraser, vencedor do Oscar por "Duna 2".

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