quinta-feira, 27 de agosto de 2026

The odissey

"The Odissey", de Marcel Walz (2026) Eu fico impressionado com a rapidez com que a produtora indie americana The Asylum consegue realizar e lançar filmes pegando carona em mega blockbusters, além da enorme cara de pau de pegar caona em nomes e títulos. Segundo a Wikipedia, "The asylum é uma produtora e distribuidora americana famosa por criar filmes de baixo orçamento conhecidos como mockbusters — imitações de grandes produções de Hollywood lançadas com nomes e capas parecidos para confundir o público." Seu maior sucesso é "Sharknado", que se tornou viral. A bola da vez é "A odisséia", de Christopher Nolan. A versão da Asylum foi rodada em 12 dias, em West Virginia. O filme como um todo foi gerado em Ai: os cenários, monstros, embarcações, mar, tudo. Apenas os atores e uma locação 1a beira de um lago são reais. A história pega carona em quase todo o roteiro de Nolan, deixando de fora a Bruxa de Samantha Morton, mas todo o restante está ali: Ataque à Troia, as sereias, a tempestade e redemoinho, o monstro de oito cabeças, o Cíclopes...aqui ainda acrescentam a Deusa Atena. A ninfa de Charlize Theron também não existe aqui, nem a ilha dos mortos. O desfecho foi alterado, com o Cíclopes retornando à Itaca. Obviamente tudo é trash e tosco, e claro, motivo de muitas gargalhadas. O excesso de diálogos estraga a brincadeira e torna o filme mais arrastado do que deveria ser, pela proposta zoada dele.

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