quarta-feira, 1 de julho de 2026
Minions e monstros
"Minions and monsters", de Pierre Coffin e Patrick Delage (2026)
Iniciada em 2010, com "Meu malvado favorito", os personagens dos Minions completam 16 anos e participação em 7 longas. É uma marca bilionária da Universal. Eu nunca fui muito fã dos seres amarelos, apesar de achar fofa a forma como falam. Mas tenho que tirar o chapéu: "Minions e monstros" é um presente para nós cinéfilos. Se a criançada vai gostar tanto como os marmanjos, não saberei dizer. O filme é um hino de amor à sétima arte, homenageando artistas e filmes clássicos de velha Hollywood, um saudosismo que vem na contramão da revolução tecnológica no audiovisual. "Tempos modernos", "Cidadão Kane", "Cantando na chuva", "King Kong", "Os cacá fantasmas", "O grande ditador", "Luzes da cidade", "Babilônia", de Damien Chazelle, "O dia em que a terra parou", além de Chaplin, Harold Lloyd, Buster Keaton. Até os keystone cops, aqueles policias clássicos dos filmes de Chaplin, estão presentes. Os irmãos gêmeos produtores de cinema, Frank e Elwood, têm a fisionomia de Oliver Hardy, o gordo da dupla o gordo e o magro. No elenco de vozes, estão Christopher Waltz, Jesse Eisemberg, Allison Janney, o cineasta George Lucas ( em uma cena divertida), Jeff Bridges, Zoey Deutch e Pierre Coffin, o diretor do filme e que faz as vozes dos Minions.
Os Minions percorrem séculos em busca de um vilão para servirem como serviçais. Ao chegarem na Hollywood dos anos 20, eles se envolvem com a indústria do cinema. A dupla Harry e James, os desajustados do grupo dos Minions, se separam do grupo, junto de Ed, e libertam cristuras monstruosas para que Henry possa dirigir o seu filme. O restante dos Minions encontra Dort, um robô que veio de outro planeta e que se apaixona por uma humana.
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário