sexta-feira, 22 de maio de 2026
Passageiro do mal
"Passenger", de André Øvredal (2026)
O gênero terror aposta todas as suas fichas em tramas rocambolescas, e quando envolvem santos e espíritos demoníacos, vira uma farofa que pode dar certo, ou não. São Cristóvão é o padroeiro oficial dos motoristas, caminhoneiros e viajantes. Esse é o moto de "Passageiro do Mal". Um espírito demoníaco é inimigo de Sã Cristóvão e decide buscar as vítimas nas estradas, quando elas desobedecem as regras de quem dirige de noite: Jamais parar para estranhos. Tyler (Jacob Scipio) e Maddie (Lou Llobell), formam um jovem casal que abandona a vida estressante de Nova York para viajar pelo país em uma van. Durante mais de 6 semanas, eles percorrem estradas e vivem felizes na vida de Nômades. mas quando eles testemunham uma vítima de noite na estrada, eles passam a ser perseguidos por um espírito demoníaco.
Dois elementos me chamaram atenção no filme: A talentosa atriz Melissa Leo, que ganhou o Oscar por "O vencedor", tem tido a sua carreira sucateada após vencer o Oscar, após uma campanha polêmica onde ela pagou para fazerem votantes da academia votarem nela, publicando matérias de páginas inteiras em revistas. Outro fato curioso é tocar a música "Passenger", de Iggy Pop, nos créditos finais.
"Passageiros do mal" é mediano, sustos bem parcos, pouquíssimas mortes. Existe no entanto uma ótima cena, que acontece durante uma projeção de filme na floresta de noite. Por essa cena, vale assistir ao filme.
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