sexta-feira, 29 de junho de 2012
Minha irmã
"Le enfant d`en haut", de Ursula Meier (2012)
Na Suiçã, nos Alpes, vivem Simon e Louise. Ambos são irmãos, ele com 12 anos, ela nâo mais que 22 anos. Ambos vivem aos trancos e barrancos. Õrfaos, Simon sobrevive de pequenos roubos, que ele pratica, roubando turistas na estação de esqui. Louise, por sua vez, se envolve com um jovem playboy. Uma terr~ivel revelação fara com que os dois irmâos se estranhem e se odeiem.
Bom drama, dirigido por Ursula Meirer, mesma diretora de " Home", com Isabelle Huppert. Vencedor do Urso de prata em Berlin em 2012. A grande surpresa do filme é a presença da atriz Gillian Anderson, famosa por sua participação no seriado " Arquivo X".
Li uma critica que compara o estilo narrativo do filme com os filmes dos irmãos Dardenne. Pode ate ser, mas existe um distanciamento. Os irmãos Dardenne possuem uma linguagem que mistura o formato documental´, mas mantendo sempre o foco no protagonista. E também trabalham com a questão do humanismo, da redençâo do ser humano perante uma questão social que afeta a sua vida. Ursula Meier porém, provoca momentos de reflexão, causando muitas vezes um ritmo muito lento, que cansa. A grande força do filme é a atuação de Lea Seydoux e Kacy Mottet Klein, ambos interpretando Louise e Simon, respectivamente. De uma forma realista , os dois atores conferem dramaticidade o suficiente para causar empatia e ira dos espectadores. Tivesse 15 minutos a menos, o filme teria atingido ainda mais o seu intento.
Nota: 7
domingo, 24 de junho de 2012
Para Roma com amor
" To Rome with love", de Woody Allen (2012)
Em Roma, várias histórias se entrecruzam. Hayley é uma jovem turistaamericana, que se apaixona por um italiano, Michelangelo. Os pais de Hayley, Jerry (Woody Allen) e Phyllis (Judy Davis)resolvem visita-la e conhecer o jovem e seus pais. Jerry é um produtor de operas aposentado, que se impressiona com o pai de Michelangelo, um aspirante a tenor que se aventura a cantar quando toma banho.
Alec Baldwin interpreta John, um arquiteto que está em Roma para passear. Ele encontra por acaso Jack (Jesse Eisemberg), um estudante de arquitetura qe o apresenta a sua namorada. Monica (Ellen Page) é uma atriz que vem visitar a namorada de Jack, que claro, acaba se apaixonando por ela.
A terceira história é a de um jovem casal italiano, que vem até Roma para que o noivo apresente seus parentes à noiva. Mas ao sair pra rua, ela se perde. enquanto isso, seu noivo é visitado por uma prostituta, Ana (Penelope Cruz).
A quarta história é sobre um homem comum, Leopoldo (Roberto Benigni), casado e com filhos, que um dia, subitamente, é alçado a condição de celebridade. Sua vida vira às avessas.
Divertida comédia, onde Allen mais uma vez apresenta as suas neuroses e temas comuns à sua filmografia: Morte, traição, musica...e para o espectador, fã de Allen, é uma delicia reve-lo em cena, após tanto tempo sem aparecer em seus filmes.
O filme não é perfeito, tem seus altos e baixos, mas no geral, é muito divertido, com varias gagas impagáveis, e outras ingenuas ( como na historia de Roberto Benigni). O filme faz referencia a variosclássicos italianos, como " Amarcord", " O sheik Branco", " Noites de Cabiria", Ontem, hoje e amanha", além de trazer a tradição das comédia sitalianas dos anos 70, principalmente de Dino Risi. que eram basicamente pequenas histórias entreçaladas com base no cotidiano das pessoas comuns.
Nota: 8
Em Roma, várias histórias se entrecruzam. Hayley é uma jovem turistaamericana, que se apaixona por um italiano, Michelangelo. Os pais de Hayley, Jerry (Woody Allen) e Phyllis (Judy Davis)resolvem visita-la e conhecer o jovem e seus pais. Jerry é um produtor de operas aposentado, que se impressiona com o pai de Michelangelo, um aspirante a tenor que se aventura a cantar quando toma banho.
Alec Baldwin interpreta John, um arquiteto que está em Roma para passear. Ele encontra por acaso Jack (Jesse Eisemberg), um estudante de arquitetura qe o apresenta a sua namorada. Monica (Ellen Page) é uma atriz que vem visitar a namorada de Jack, que claro, acaba se apaixonando por ela.
A terceira história é a de um jovem casal italiano, que vem até Roma para que o noivo apresente seus parentes à noiva. Mas ao sair pra rua, ela se perde. enquanto isso, seu noivo é visitado por uma prostituta, Ana (Penelope Cruz).
A quarta história é sobre um homem comum, Leopoldo (Roberto Benigni), casado e com filhos, que um dia, subitamente, é alçado a condição de celebridade. Sua vida vira às avessas.
Divertida comédia, onde Allen mais uma vez apresenta as suas neuroses e temas comuns à sua filmografia: Morte, traição, musica...e para o espectador, fã de Allen, é uma delicia reve-lo em cena, após tanto tempo sem aparecer em seus filmes.
O filme não é perfeito, tem seus altos e baixos, mas no geral, é muito divertido, com varias gagas impagáveis, e outras ingenuas ( como na historia de Roberto Benigni). O filme faz referencia a variosclássicos italianos, como " Amarcord", " O sheik Branco", " Noites de Cabiria", Ontem, hoje e amanha", além de trazer a tradição das comédia sitalianas dos anos 70, principalmente de Dino Risi. que eram basicamente pequenas histórias entreçaladas com base no cotidiano das pessoas comuns.
Nota: 8
Os acompanhantes
" The extraman" de Shari Springer Berman, Robert Pulcini (2010)
Louis Ives ( Paul Dano), um jovem professor em uma Universidade, é pego pela diretora vestindo roupas de mulher. Ele acaba se demitindo, e segue para Manhattan, para tentar a vida de escritor, seu grande sonho. Louis aluga um quarto em um prédio de classe media baixa. Assim, ele conhece Harry Harrison (Kevin Kline), um escritor de peças e ex-ator, que vive de lembranças do passado. Harry é um bon vivant e malandro. Ele ensina a Louis a arte de entrar de graça em operas, enganar as pessoas e principalmente, a arte de srr um acompanhante de senhoras ricas. Louis acaba conseguindo um emprego em uma editora, e lá, ele conhece Mary (Katie Holmes), uma jovem por quem ele se interessa. Mas o comportamento introspectivo e estranho de Louis o afasta das pessoas, e ele ao mesmo tempo, precisa descobrir como realizar seu fetiche de se vestir de mulher.
O filme é vendido como uma comedia, o que na verdade ele nem é. Se pensarmos bem, é um drama com algumas tintas comicas, mas no geral, ele carrega um tom melancolico que psa bastante. Os personagens são solitarios, depressivos, e trazem muita tristeza na falta de perspectiva em suas vidas. Kevin Kline e Paul Dano estão brilhantes, dando vida a dois personagens tao complexos e interessantes. O elenco de apoio, que conta com Katie Holmes e um muuto doido John C. Reilly, estão corretos.
O filme é muito bizarro, situacoes estranhissimas surgem ao longo da narrativa, causando uma constante estranheza. Parece até filme de Spike Jonze. O filme não é perfeito, tem problemas de ritmo. Ele começa muito bem, e lá pelo final perde o rumo. Mas no geral, vale pela coragem dos diretores de encarar um texto difcil e pouco atraente para o grande publico.
Nota: 7
Louis Ives ( Paul Dano), um jovem professor em uma Universidade, é pego pela diretora vestindo roupas de mulher. Ele acaba se demitindo, e segue para Manhattan, para tentar a vida de escritor, seu grande sonho. Louis aluga um quarto em um prédio de classe media baixa. Assim, ele conhece Harry Harrison (Kevin Kline), um escritor de peças e ex-ator, que vive de lembranças do passado. Harry é um bon vivant e malandro. Ele ensina a Louis a arte de entrar de graça em operas, enganar as pessoas e principalmente, a arte de srr um acompanhante de senhoras ricas. Louis acaba conseguindo um emprego em uma editora, e lá, ele conhece Mary (Katie Holmes), uma jovem por quem ele se interessa. Mas o comportamento introspectivo e estranho de Louis o afasta das pessoas, e ele ao mesmo tempo, precisa descobrir como realizar seu fetiche de se vestir de mulher.
O filme é vendido como uma comedia, o que na verdade ele nem é. Se pensarmos bem, é um drama com algumas tintas comicas, mas no geral, ele carrega um tom melancolico que psa bastante. Os personagens são solitarios, depressivos, e trazem muita tristeza na falta de perspectiva em suas vidas. Kevin Kline e Paul Dano estão brilhantes, dando vida a dois personagens tao complexos e interessantes. O elenco de apoio, que conta com Katie Holmes e um muuto doido John C. Reilly, estão corretos.
O filme é muito bizarro, situacoes estranhissimas surgem ao longo da narrativa, causando uma constante estranheza. Parece até filme de Spike Jonze. O filme não é perfeito, tem problemas de ritmo. Ele começa muito bem, e lá pelo final perde o rumo. Mas no geral, vale pela coragem dos diretores de encarar um texto difcil e pouco atraente para o grande publico.
Nota: 7
terça-feira, 19 de junho de 2012
Febre do rato
de Claudio Assis (2011)
Febre do rato,na giria do recife, significa " estar fora de controle". Assim é Zizo (Irandhir Santos) , o poeta, figura popular, amado por todos da redondeza. Zizo promove o seu jornal tabloide, de nome " Febre do rato", e o distribui, ora recitando seus poemas, ora declamando discursos politicazos. Ele vive amores com duas velhas senhoras, se envolve com os seus vizinhos, entre eles um asal, Matheus Nachtergaele e Vanessa, um travesti, e Juliano Cazarré, as voltas com sua amante negra, e ela, com mais dois amantes. Um dia, Zizo se apaixona por eneida (nanda Costa), que lhe nega relacoes sexuais, e ele enlouquece.
O melhor filme de Claudio Assis, obviamente, recheado de cenas polemicas e chocantes, que envolve sexo e nudez. Zizo é um alter-ego de Claudio Assis, um artista inconformado, anarquico, libertino e libertario. Atraves desse personagem, Assis expoe sua raiva, seu rancor por uma sociedade alienada, e promete baguncar o coreto. O elenco está formidavel, com destaque, enttre os grandes atores que fazme ponta, para Irandhir Santos, Nanda Costa, Maria Gladys, Juliano Cazarré, Matheus Nachtergaele e a travesti Vanessa.
A fotografia em preto e branco de Wlater Carvalho é um desbunde, mesma coisa a direção de arte a cargo de Renata Ferreira. Recheado de belíssimos planos, meticulosamente estudados, o filme exala paixao e muito cinema , lembrando a garra dos cineastas do Cinema Novo.
Nota: 9
Febre do rato,na giria do recife, significa " estar fora de controle". Assim é Zizo (Irandhir Santos) , o poeta, figura popular, amado por todos da redondeza. Zizo promove o seu jornal tabloide, de nome " Febre do rato", e o distribui, ora recitando seus poemas, ora declamando discursos politicazos. Ele vive amores com duas velhas senhoras, se envolve com os seus vizinhos, entre eles um asal, Matheus Nachtergaele e Vanessa, um travesti, e Juliano Cazarré, as voltas com sua amante negra, e ela, com mais dois amantes. Um dia, Zizo se apaixona por eneida (nanda Costa), que lhe nega relacoes sexuais, e ele enlouquece.
O melhor filme de Claudio Assis, obviamente, recheado de cenas polemicas e chocantes, que envolve sexo e nudez. Zizo é um alter-ego de Claudio Assis, um artista inconformado, anarquico, libertino e libertario. Atraves desse personagem, Assis expoe sua raiva, seu rancor por uma sociedade alienada, e promete baguncar o coreto. O elenco está formidavel, com destaque, enttre os grandes atores que fazme ponta, para Irandhir Santos, Nanda Costa, Maria Gladys, Juliano Cazarré, Matheus Nachtergaele e a travesti Vanessa.
A fotografia em preto e branco de Wlater Carvalho é um desbunde, mesma coisa a direção de arte a cargo de Renata Ferreira. Recheado de belíssimos planos, meticulosamente estudados, o filme exala paixao e muito cinema , lembrando a garra dos cineastas do Cinema Novo.
Nota: 9
domingo, 17 de junho de 2012
Moveis minúsculos
" Tiny furniture", de Lena Dunham (2010)
Aura (Lena Durham) é uma jovem que volta para a sua casa, em Tribeca, New York, após se formar na Universidade de Cinema. Frustrada sexualmente, amorosamente e profissionalmente, ele tenta buscar uma motivação para sua vida. Ela volta a conviver com a sua mãe ausente, uma artista plástica renomada, e com a sua irmã adolescente, que faz um estilo totalmente diferente do dela. Aura conhece um performatico numa festa, Jed, que ela descobre ser um sem-teto, e o traz para morar com ela por alguns dias, sem que a familia descubra. Ao mesmo tempo, ela vai trabalhar como recepcionista num bar, e conhece o chef, Keith, por quem ela tambem se interessa.
Interessante comédia dramatica independente,escrita, dirigida e interpretada por Lena Durham. Ela faz um estilo meio Woody Allen de ser, questionando aos outros e a si propria o tempo todo. É um filme honesto, divertido, apesar de perder o ritmo e ser mais longo do que o necessário. Mas vale pelo sabor naturalista que a diretora imprime ao filme, e pelas situacoes cotidianas que ela mostra, facilmente identificaveis pelo espectador.O elenco é bom, e dentro das limitações de um film de tão baixo orçamento, o filme cumpre perfeitamente o seu papel: trilha sonora, fotografia, edição, tudo muito bem executado.
Nota: 7
Aura (Lena Durham) é uma jovem que volta para a sua casa, em Tribeca, New York, após se formar na Universidade de Cinema. Frustrada sexualmente, amorosamente e profissionalmente, ele tenta buscar uma motivação para sua vida. Ela volta a conviver com a sua mãe ausente, uma artista plástica renomada, e com a sua irmã adolescente, que faz um estilo totalmente diferente do dela. Aura conhece um performatico numa festa, Jed, que ela descobre ser um sem-teto, e o traz para morar com ela por alguns dias, sem que a familia descubra. Ao mesmo tempo, ela vai trabalhar como recepcionista num bar, e conhece o chef, Keith, por quem ela tambem se interessa.
Interessante comédia dramatica independente,escrita, dirigida e interpretada por Lena Durham. Ela faz um estilo meio Woody Allen de ser, questionando aos outros e a si propria o tempo todo. É um filme honesto, divertido, apesar de perder o ritmo e ser mais longo do que o necessário. Mas vale pelo sabor naturalista que a diretora imprime ao filme, e pelas situacoes cotidianas que ela mostra, facilmente identificaveis pelo espectador.O elenco é bom, e dentro das limitações de um film de tão baixo orçamento, o filme cumpre perfeitamente o seu papel: trilha sonora, fotografia, edição, tudo muito bem executado.
Nota: 7
O exótico hotel Marigold
" The best exotic Marigold Hotel", de John Maden (2011)
Um grupo de aposentados ingleses, cada um com sua propria vida, e sem se conhecerem, resolvem largar suas vidas de derrotas e frustrações em Londres e seguir até a India, para se hospedarem naquele que eles acreditam ser um Hotel de categoria para poder repensar suas vidas. Entre eles, Evelyn (Judy Dench), Miss Donahhel (Maggie Smith) e Graham (Tom Wilkinson). Chegando lá, são recebidos por Sonny (day Patel), o dono do local. Para desespero deles, oHotel não é como eles imaginavam. Mas dia a dia, boa parte dos hóspedes irá aprender que a vida segue seu rumo, e que todos devemos aproveitar o nosso destino.
Deliciosa comédia, com fortes tons dramáticos, que junta um time de primeira grandeza de atores ingleses. Sim, assim como " Encontros desencontros", o filme aposta no exotismo e nos esterótipos para poder mostrar a India para o mundo, como um local super-povoado, sujo, caótico, de comida pavorosa, de extrema pobreza. Ma stambem mostra que lá, as pessoas vivem com pouco, sao felizes. O contraste que o filme faz com a nublada e cinzenta Londres, e a ensolarada e colorida India, nos faz acreditar que estamos no lugar ideal para poder viver e encontrar amores e prazeres na vida.
O filme tem õtimos diálogos, boas cenas de humor, e também, momentos de reflexao da vida, atraves das falas em off de Evelyn, que traz com sua sabedoria de quem viveu momentos de alegria e tristeza, palavras de conforto e luz. Um belo filme, honesto, grandioso em sua mensagem edificante, apesar do tom de conto de fadas.
Nota: 8
Um grupo de aposentados ingleses, cada um com sua propria vida, e sem se conhecerem, resolvem largar suas vidas de derrotas e frustrações em Londres e seguir até a India, para se hospedarem naquele que eles acreditam ser um Hotel de categoria para poder repensar suas vidas. Entre eles, Evelyn (Judy Dench), Miss Donahhel (Maggie Smith) e Graham (Tom Wilkinson). Chegando lá, são recebidos por Sonny (day Patel), o dono do local. Para desespero deles, oHotel não é como eles imaginavam. Mas dia a dia, boa parte dos hóspedes irá aprender que a vida segue seu rumo, e que todos devemos aproveitar o nosso destino.
Deliciosa comédia, com fortes tons dramáticos, que junta um time de primeira grandeza de atores ingleses. Sim, assim como " Encontros desencontros", o filme aposta no exotismo e nos esterótipos para poder mostrar a India para o mundo, como um local super-povoado, sujo, caótico, de comida pavorosa, de extrema pobreza. Ma stambem mostra que lá, as pessoas vivem com pouco, sao felizes. O contraste que o filme faz com a nublada e cinzenta Londres, e a ensolarada e colorida India, nos faz acreditar que estamos no lugar ideal para poder viver e encontrar amores e prazeres na vida.
O filme tem õtimos diálogos, boas cenas de humor, e também, momentos de reflexao da vida, atraves das falas em off de Evelyn, que traz com sua sabedoria de quem viveu momentos de alegria e tristeza, palavras de conforto e luz. Um belo filme, honesto, grandioso em sua mensagem edificante, apesar do tom de conto de fadas.
Nota: 8
Chernobyl
" Chernobyl diaries", de Bradley Parker" (2012)
Os irmãos Chris e Paul, e suas namoradas, seguem viajando pela Europa. Um dia, Paul sugere a todos fazerem um tour extremo, ou seja, na Russia, visitar a cidade de Pripyat, vizinha de Chernobyl, para observar os escombros do local, dizimado pela radioatividade que tornou o local uma cidade fantasma. Um outro casal se junta a eles. Eles são levados por um guia, Urih. Chegando lá, se espantam com a desolação do local, mas mesmo asim, sentem um certo fascínio.Ao voltarem para casa, ficam frustrados, pois o carro não pega. Obrigados a passar a noite por lá, descobrem que o local não está deserto, e que animais e seres humanos, contaminados pela radioatividade, habitam o local.
Suspense produzido e escrito pelo diretor de " Atividade paranormal", tem como maior mérito, o uso das locações, na Hungria e na Servia. Um cenario totalmente desolador, cinzento, cria uma sensação de constante pavor. Os diálogos e a atuação são fracos, e o filme tinha tudo para ser um cult. O diretor deveria ter explorado mais os animais, assim como em " A cabana da floresta", que aposta na bizarrice. O filme tenta ser um híbrido de " O albergue", " Viagem maldita" e " A cabana da floresta", mas sem atingir o suspense ou a tensao dos filmes citados. A gente nunca ve quem os ataca, tudo é sugerido, o que é uma bobagem. O filme aposta nas imagens escuras, que escondem a horda de canibais, e tambem tudo é muuito previsivel. Os personagens vao cada vez mais se metendo em situação pior que a anterior. Essa formula dos personagens que querem fazer algum tipo de turismo de risco jã se esgotou, ne.
Nota: 5
Os irmãos Chris e Paul, e suas namoradas, seguem viajando pela Europa. Um dia, Paul sugere a todos fazerem um tour extremo, ou seja, na Russia, visitar a cidade de Pripyat, vizinha de Chernobyl, para observar os escombros do local, dizimado pela radioatividade que tornou o local uma cidade fantasma. Um outro casal se junta a eles. Eles são levados por um guia, Urih. Chegando lá, se espantam com a desolação do local, mas mesmo asim, sentem um certo fascínio.Ao voltarem para casa, ficam frustrados, pois o carro não pega. Obrigados a passar a noite por lá, descobrem que o local não está deserto, e que animais e seres humanos, contaminados pela radioatividade, habitam o local.
Suspense produzido e escrito pelo diretor de " Atividade paranormal", tem como maior mérito, o uso das locações, na Hungria e na Servia. Um cenario totalmente desolador, cinzento, cria uma sensação de constante pavor. Os diálogos e a atuação são fracos, e o filme tinha tudo para ser um cult. O diretor deveria ter explorado mais os animais, assim como em " A cabana da floresta", que aposta na bizarrice. O filme tenta ser um híbrido de " O albergue", " Viagem maldita" e " A cabana da floresta", mas sem atingir o suspense ou a tensao dos filmes citados. A gente nunca ve quem os ataca, tudo é sugerido, o que é uma bobagem. O filme aposta nas imagens escuras, que escondem a horda de canibais, e tambem tudo é muuito previsivel. Os personagens vao cada vez mais se metendo em situação pior que a anterior. Essa formula dos personagens que querem fazer algum tipo de turismo de risco jã se esgotou, ne.
Nota: 5
sábado, 16 de junho de 2012
Apartamento 143
" Emergo", de Carles Torrens (2011)
Alan é pai de 2 filhos, e sua esposa morreu em acidente de carro. Estranhos fatos acontecem após a morte dela, e ele resolve se mudar para um outro apartamento. Por~em novamente, fatos estranhos ocorrem, e Alan resolve pedir socorro a um trio de parapsicõlogos, que aportam em sua casa com equipamentos de alta geração, para tentar descobrir o que estã acontecendo no local.
Arremedo de vários filmes de terror, principalemnte " Atividade paranormal", " O exorcista", " o grito", O orfanato". A mesma premissa de " A bruxa de Blair", com o " found footage", ou seja, o filme todo é visto pelo ponto de vista de uma cãmera. Porém, diferente dos outros filmes mencionados, esse aqui é amador, e aonde ele tenta pregar sustos, o efeito e´contrario: ri muito, as cenas são trash demais, e o ritmo, enfadonho. Os atores sao pessimos, os efeitos, ate para um padrao baixo orcamento, estao ok, mas o filme nao oferece nenhum momento de susto. Melhor, talvez um, bem construido até, onde vemos a cena atraves de flashes de um aparelho que iluminado ambiente escuro, mas aí é pouco demais, para 80 minutos de filmes. O final é pavoroso e obvio.
Nota: 2
Alan é pai de 2 filhos, e sua esposa morreu em acidente de carro. Estranhos fatos acontecem após a morte dela, e ele resolve se mudar para um outro apartamento. Por~em novamente, fatos estranhos ocorrem, e Alan resolve pedir socorro a um trio de parapsicõlogos, que aportam em sua casa com equipamentos de alta geração, para tentar descobrir o que estã acontecendo no local.
Arremedo de vários filmes de terror, principalemnte " Atividade paranormal", " O exorcista", " o grito", O orfanato". A mesma premissa de " A bruxa de Blair", com o " found footage", ou seja, o filme todo é visto pelo ponto de vista de uma cãmera. Porém, diferente dos outros filmes mencionados, esse aqui é amador, e aonde ele tenta pregar sustos, o efeito e´contrario: ri muito, as cenas são trash demais, e o ritmo, enfadonho. Os atores sao pessimos, os efeitos, ate para um padrao baixo orcamento, estao ok, mas o filme nao oferece nenhum momento de susto. Melhor, talvez um, bem construido até, onde vemos a cena atraves de flashes de um aparelho que iluminado ambiente escuro, mas aí é pouco demais, para 80 minutos de filmes. O final é pavoroso e obvio.
Nota: 2
terça-feira, 12 de junho de 2012
Madagascar 3- os procurados
" Madagascar 3, Europe´s most wanted", de Eric Darnell, Tom McGrath and Conrad Vernon (2012)
Alex, Gloria, Marty e Melman tentam fugir da Africa de uma vez por todas. Para isso, resolvem ir até Monte Carlo em busca dos pinguins e dos macacos, para, juntos seguirem até New York. Porém, uma chefe de polícia, Chantel Dubois, resolve estragar os planos deles, e capturar Alex, para ter sua cabeça embalsada na sua coleção. Os animais resolvem se refugiar num circo, e se juntam a outros animais.
Excelente parte final da trilogia, com õtimo humor, excelentes piadas, timing perfeito e muitas cenas antológicas. A cena de Chantal Dubois cantando " Je ne regrette rien" é sensacional. O filme é bastante colorido, o uso do 3D é muito bom, e a trilha sonora muito bem-vinda. Vale super a pena ser visto por todos, é diversão garantida. Um ponto altíssimo é o das vozes originais, que tem além dos comediantes dos protagonistas, Frances Macdormand dublando Chantel. Muito bom.
Nota: 10
Alex, Gloria, Marty e Melman tentam fugir da Africa de uma vez por todas. Para isso, resolvem ir até Monte Carlo em busca dos pinguins e dos macacos, para, juntos seguirem até New York. Porém, uma chefe de polícia, Chantel Dubois, resolve estragar os planos deles, e capturar Alex, para ter sua cabeça embalsada na sua coleção. Os animais resolvem se refugiar num circo, e se juntam a outros animais.
Excelente parte final da trilogia, com õtimo humor, excelentes piadas, timing perfeito e muitas cenas antológicas. A cena de Chantal Dubois cantando " Je ne regrette rien" é sensacional. O filme é bastante colorido, o uso do 3D é muito bom, e a trilha sonora muito bem-vinda. Vale super a pena ser visto por todos, é diversão garantida. Um ponto altíssimo é o das vozes originais, que tem além dos comediantes dos protagonistas, Frances Macdormand dublando Chantel. Muito bom.
Nota: 10
Branca de neve e o caçador
" Snow white and the huntsman", de Rupert Sanders (2012)
A Rainha Ravenna (Charlize Theron)mata o rei do reino, e faz de Branca de neve sua prisioneira, trancando-a no castelo. Os anos se passam, e o espelho mágico revela à Rainha que Branca de Neve (Kistern Stewart) irá superá-la em beleza e que tambem está predestinada a governar o reino. Temendo que isso aconteça, Ravenna contrata à força um caçador, Eric (Chris Hesworth) para levála até a Floresta Negra e mata´la. Mas ele logo se apaixona por ela, e resolve ajudála a domina o reino, com a ajuda dos 8 anões.
Boa fantasia, prejudicada por um roteiro sem grandes emoções, mas com ótimos efeitos e figurinos, além de fotografia e direção de arte. Mas algumas cenas não são bem realiadas, como a do ataque dos anões pela primeira vez. de qualquer forma, mil vezes superior ao filme " espelho, espelho meu". Vale como curiosidade, e mais nada.
Nota: 6
A Rainha Ravenna (Charlize Theron)mata o rei do reino, e faz de Branca de neve sua prisioneira, trancando-a no castelo. Os anos se passam, e o espelho mágico revela à Rainha que Branca de Neve (Kistern Stewart) irá superá-la em beleza e que tambem está predestinada a governar o reino. Temendo que isso aconteça, Ravenna contrata à força um caçador, Eric (Chris Hesworth) para levála até a Floresta Negra e mata´la. Mas ele logo se apaixona por ela, e resolve ajudála a domina o reino, com a ajuda dos 8 anões.
Boa fantasia, prejudicada por um roteiro sem grandes emoções, mas com ótimos efeitos e figurinos, além de fotografia e direção de arte. Mas algumas cenas não são bem realiadas, como a do ataque dos anões pela primeira vez. de qualquer forma, mil vezes superior ao filme " espelho, espelho meu". Vale como curiosidade, e mais nada.
Nota: 6
segunda-feira, 11 de junho de 2012
domingo, 10 de junho de 2012
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Sombras da noite
"Dark shadows", de Tim Burton (2012)
Em 1752, a poderosa familia Collins sai de Liverpool e segue até Collinsport, Maine, nos Estados Unidos. Chegando lá, Barnabas (Jonnhy Depp) conhece Angelique (Eva Green), que na verdade é uma bruxa. Apaixonada por Barnabas, mas tendo o amor náo correspondido, Angelique resolve rogar uma maldicao, transformando BArnabas em vampiro e matando a sua amada, que se joga de um precipicio. Barnabas é enterrado vivo, mas é solto por um grupo de escavadores em 1972. Barnabas vai até o seu castelo, e descobre que ele está sendo habitado por descendentes de sua familia, agora administradores de uma peixaria na cidade. Como rivais no comercio, Angelique, que descobre o retorno de Barnabas e resolve reaver o seu amor, sem saber que Barnabas se apaixonou por Victoria, a tutora de menino David, filho de Eisabeth (Michelle Pfeiffer), atual administradora da mansáo.
Esse novo filme de Burton tem pouco apelo para o publico infanto-juvenil, reservando a sua historia e ambientacao para um publico mais adulto. Com excelente direcao de arte, figurinos e maquiagem, ambientando o filme nos anos 70, o filme ainda reserva uma otima trilha sonora, com classicos da década, com um rigor visual impressionante. A caracterizacao de Johhny Depp é um dos pontos altos, além do uso de efeitos que lembra bastante os filmes "A morte lhe cai bem"e "Carrie, a estranha". filmes que com certeza, Burton se inspirou. O filme tem um ritmo lento, muitos dialogos, o que pode frustrar bastante os seus fãs, mas já na segunda metade ganha mais ritmo e acao. O filme com ceretza nao agradara muita gente, mas vale demais pelo seu apuro tecnico e visual.
Nota: 8
Em 1752, a poderosa familia Collins sai de Liverpool e segue até Collinsport, Maine, nos Estados Unidos. Chegando lá, Barnabas (Jonnhy Depp) conhece Angelique (Eva Green), que na verdade é uma bruxa. Apaixonada por Barnabas, mas tendo o amor náo correspondido, Angelique resolve rogar uma maldicao, transformando BArnabas em vampiro e matando a sua amada, que se joga de um precipicio. Barnabas é enterrado vivo, mas é solto por um grupo de escavadores em 1972. Barnabas vai até o seu castelo, e descobre que ele está sendo habitado por descendentes de sua familia, agora administradores de uma peixaria na cidade. Como rivais no comercio, Angelique, que descobre o retorno de Barnabas e resolve reaver o seu amor, sem saber que Barnabas se apaixonou por Victoria, a tutora de menino David, filho de Eisabeth (Michelle Pfeiffer), atual administradora da mansáo.
Esse novo filme de Burton tem pouco apelo para o publico infanto-juvenil, reservando a sua historia e ambientacao para um publico mais adulto. Com excelente direcao de arte, figurinos e maquiagem, ambientando o filme nos anos 70, o filme ainda reserva uma otima trilha sonora, com classicos da década, com um rigor visual impressionante. A caracterizacao de Johhny Depp é um dos pontos altos, além do uso de efeitos que lembra bastante os filmes "A morte lhe cai bem"e "Carrie, a estranha". filmes que com certeza, Burton se inspirou. O filme tem um ritmo lento, muitos dialogos, o que pode frustrar bastante os seus fãs, mas já na segunda metade ganha mais ritmo e acao. O filme com ceretza nao agradara muita gente, mas vale demais pelo seu apuro tecnico e visual.
Nota: 8
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Adam
"Adam", de Max Meyers (2009)
Adam é um jovem que mora em Manhattan, que possui a Sindrome de Asperger. Ap[os a morte de seus pais, Adam se sente solitário. Perde o emprego e acaba ficando sem rumo. A sindrome o faz ter apreco por repeticoes e confundido como autista. Um dia, Beth, uma professora de criancas e autora de livros infantis, se muda para o prédio de Adam. Logo de cara Adam se apaixona por Beth, mas a sua condicao a afasta. Aos poucos, por[em, Beth vai se afeicoando a Adam, pela sua pureza e verdade. Mas os pais de Beth sáo contrários ao relacionamento, e Adam terá que lutar por ela.
Bom drama, que, assim como o filme "Tao forte e tao perto", que tem um menino com a mesma sindrome, acaba irritando o espectador, pelas caracteristicas da doenca que sao muito chatas e repetitivas. Mas a boa atuacao do elenco, somado ao charme de filme independente, criam interesse no espectador, que se simpatiza com o drama do personagem. Náo esperem um grande filme, apenas um projeto que traz novidades quanto a doenca, e que tambem desperta interesse pela exposicao da soldiáo de um ser humano em uma grande Metropole.
Nota: 7
Os pinguins do papai
"Mr Poppers penguins˜, de Mark Waters (2011)
Tom Popper (Jim Carrey) e'um corretor de imoveis divorciado e pai de dois filhos, um menino e uma adolescente. Na sua infancia, Tom quase nao teve contatos com seu ai, que viajava o mundo todo e apenas se falavam via radio de longa distancia. Tom sentiu a ausencia do pai e isso causou traumas em sua vida. Adulto, ele descobre que o seu pai morreu, e que lhe enviou de presente uma caixa, que Tom descobre ter um pinguim vivo em seu conteudo. De inicio, Tom rejeita o pinguim, que vao destruindo tudo em sua casa. Mas logo se afeicoa a ele. O que ele nao sabe [e que uma nova remessa vinda de seu pai lhe envia mais 5 pinguins. Desesperado, ele liga para o zoologico para se livrar de todos, mas ante a docura e carinho dos pinguins, e o amor que seus filhos e ex-esposa conferem aos bichinhos, fazem Tom mudar de ideia e criar os bichos. Mas isso lhe afastará de seu trabalho, o que lhe causa problemas profissionais.
Obviamente inspirado no desenho "Madagascar", inclusive citando cenas onde os bichos ganham coragem e perambulam pelas ruas de Nova York, [e um filme familia muito simpatico. Sim, Jim Carrey continua fazendo inumeras caretas, mas ele pessoalmnete nao me incomoda. CArla Gugino, que interpreta sua ex, está ótima, assim como Angela Lansbury, em pequena participacáo. Claro, as estrelas aqui sáo os pinguins, concebidos digitalmente, mas os efeitos sáo otimos. O que estranho é o fato dos bichinhos andarem nas ruas e num museu, numa cena chave, e ninguem perceber a presenca deles. De resto, uma sessao da tarde bem agradavel.
Nota: 7
terça-feira, 29 de maio de 2012
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Garota eslovena
" Slovenka- A Slovenian girl" , de Damjan Kozole (2009)
Aleksandra (Nina Ivanisin) é uma estudante do curso de inglês em Ljubljana, uma cidade grande da Eslovênia. Aleksandra é de Krsko, uma cidade do interior, onde mora o seu pai divorciado e roqueiro, com quem ela passa seus fins de semana. O que ninguém sabe é que Aleksandra é uma prostituta, e com o dinheiro do trabalho, ela financia um apartamento e outros luxos. Um dia, um de seus clientes morre do coração e ela muda de codinome, mas dois cafetões resolvem tirar proveito de sua situação e a ameaçam.
Bom drama vindo da Eslovênia, país que eu não lembro de ter visto outro filme. Mas ele se assemlha bastante a filmes alemães, Tchecos e afins. Muita frieza narrativa, um mundo cruel e sem perspectiva, onde as pessoas passam o seu tempo pensando em morte e planos sem futuro. A performance de Nina Ivanisin é ótima, mas o roteiro não traz nenhuma novidade. O acerto dos roteiristas foi de não cair no óbvio no seu desfecho, e assim, crirar uma outra perspectiva para a personagem. Apesar do tema , o filme não tem nudez, e é até pudico em relação ao erotismo. Vale como curiosidade.
Nota: 7
domingo, 27 de maio de 2012
Plano de fuga
" Get the gringo", de Adrian Grumberg (2012)
O Gringo (Mel Gibson)é um criminoso, que foge da polícia americana, por ter roubado milhões de um criminoso nos Estados Unidos. Ele acaba sendo preso no domínio mexicano, e é levado até a penitenciária local. O presídio está com super-lotação, e o território mais se assemelha a uma grande favela. Javi é o banido que controla o local, e ele cria um garoto que tem o sangue compatível com o dele, o que o torna o doador de fígado ideal para a sua sobrevivência. Esse mesmo garoto de 10 anos ajudará O gringo a se manter vivo na prisão. Ao mesmo tempo, o criminoso americano, de quem o gringo roubou o dinheiro, deseja recuperar sua grana.
Filme de ação dirigido pelo Assistente de direção de vários blockbusters, incluindo " Apocalypto", de Mel Gibson, que inclusive foi um dos produtores desse filme. Aqui, Mel Gibson resgata a simpatia e humor de seus personagens mais famosos, entre eles, o do policial da série " Máquina mortífera". O filme alia humor, ação e muita violência, adminstrados com competencia por Adrian Grumberg. O roteiro, no entando, cumpre a sua função, a de ser um passatempo, apesar dos esforços em querer fazer um registro sociológico dos presos no México, e da corrupção reinante no Governo e na Polícia. Nenhuma novidade, muitos clichês, mas tecnicamente, o filme agrada pela sua montagem frenética, a fotografia suja e alaranjada e pela trilha sonora, a cargo de Antonio Pinto, que resgatou muitos hinos cults em versão latina. O ponto alto fica por conta do trabalho do menino Kevin hernandez, surpreendente no difícil papel do menino, que com pouca idade, já se mostra um adulto.
Nota: 7
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