segunda-feira, 6 de julho de 2026
Golpe explosivo
"Fuze", de David Mackenzie (2025)
"O grande golpe", de Stanley Kubrick, "O tesouro de Sierra Madre", de John Houston, "A montanha dos sete abutres", de Billy Wilder, "O abutre", de Dan Gilroy e "Os imorais", de Stephen Frears, são exemplos de filmes que trazem a imoralidade dos protagonistas, em plot twists reveladores da essência da vaidade e ganância humana. David Mackenzie, diretor de "A qualquer custo", pegou o roteiro de Ben Hopkins, repleto de reviravoltas, e transforma "Golpe explosivo" em um ótimo filme de ação, tendo um drama com elementos de comicidade e thriller como pano de fundo.
O Major Will Tranter (Aaron Taylor-Johnson) é acionado para desarmar uma bomba remanescente da 2a guerra mundial, ainda ativa, enciontrada em Paddington, centro de Londres. A área é evacuada. Paralelamente, uma quadrilha de assaltantes de banco, liderada por Karalis (Theo James) e X (Sam Worthington) se aproveita do caos para assaltar um banco.
A história, conduzida com eficiência por Mackenzie, parece ir para um lugar comum, até que as questões de fidelidade vão caindo por água abaixo. Em quem se deve confiar?
Aaron Taylor Johnson não tem jeito, sempre será visto de forma objetificada: diversas cenas tirando a camisa, tomando banho, posando de sexy. Afinal, tem forma melhor para atiçar e atrair o público?
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