domingo, 5 de julho de 2026
Anything that moves
"Anything that moves", de Alex Phillips (2025)
Existem filmes que somente funcionam quando vistos em festivais de cinema na sessão da meia noite, junto de um público ávido para se surpreender com filmes que não seguem uma narrativa clara e famintos por cenas bizarras, non sense, muitas cenas trash e sexo desenfreado.
Pois "Anything that moves" homenageia o cinema grindhouse, o pornô e os giallios dos anos 70. Filmado em película, traz em suas imagens aqueles riscos e defeitos que caracterizam o cinema underground da época. É a receita perfeita para um filme cult: atores amadores, muito sexo mal filmado), mortes trash e um roteiro que mais faz rir do que causar tensão. O resultado final é que "Anything that moves" não é bom, ma stambém não é ruim. É um midnight movie que tem a ua utilidade para entreter uma fatia de público cinéfilo.
Escrito e dirigido por Alex Phillips, "Anything that moves" concorreu em Sitges 2025.
Liam (Hal Baum) trabalha para uma empresa de app de entrega de comida à domicílio, estilo Ifood. Mas a empresa é uma fachada para profissionais de sexo: Liam é um profissional do sexo, assim como a sua namorada Thea (Jiana Nicole). Os clientes variasm de idades, gênero e fetiches. A polícia investiga crimes provocados por um serial killer, e descobrem que os clientes que Liam tem atendido são as vítimas.
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