quinta-feira, 16 de julho de 2026

Tróia

"Troy", de Wolfgang Petersen (2004) Me preparando para assistir a "A odisséia", de Cristopher Nolan, decidi rever "tróia", de Wolfgang Peternse, lançado em 2004. Assisti na época e pouco me lembrava do filme, dirigido pelo alemão que realizou o clássico infantil "A história sem fim". O filme explora bastante os corpos do elenco, todos no auge da beleza: Brad Pitt, Eric Bana, Orlando Bloom, Diane Krueger e Rose Byrne. São cenas com muito erotismo, captadas com sensualidade pelas lentes. Fico impressionado como os efeitos, tanto práticos quanto os de CGI, eram muito melhores do que as que são realizadas hoje. Adaptação da "Ilíada", de Homero, o filme apresenta Helena de Tróia (Krueger) como o estopim da Guerra de Tróia. O ano é 1184 Ac. Helena é filha de Zeus com a rainda Leda. Casada com o Rei Menelau de Esparta (Brendan Gleeson), ela se torna amante de Paris (Orlando Bloom), irmão de Hector (Bana). ambos príncipes de Tróia. Ele a leva até Tróia, governada pelo seu pai, Príamo (Peter O'toole). Menelau vai até o Rei Agamenon, seu irmão mais velho, e o convence a declar a guerra de Troia. Para isso, ele convova o seu guerreiro mais poderoso, Aquiles (pitt) para liderar os mais de mil navios. Odisseu (Sean Benn) sugere construir um Cavalo de madeira gigante para ser dado de presente e invadir Tróia. O roteiro, escrito por David Benioff (roteirista e diretor de "Game of thrones") é adaptado do poema de Homero. O filme tem cenas bastante explícitas de violência, e é uma superprodução subestimada na época, e que merecia mais reconhecimento pela sua grandiosidade.

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