quarta-feira, 15 de julho de 2026

Taipei suicide story

"Anmian lushe", de Keff (2020) Um dos filmes mais melancólicos que assisti nos últimos tempos, "Taipei suicide story" me trouxe imediatamente lembrança de 'Amor à flor da pele", de Wong Kar Wai: os ambientes claustrofóbicos do hotel, os enquadramentos, os silêncios, os planos longos e reflexivos. Exibido no Festival de Cannes e premiado no Slamdance Film Festival de 2021 , onde ganhou o Grande Prêmio do Júri e o Prêmio do Público na categoria de Melhor Longa-Metragem de Ficção, além do Prêmio de Melhor Atuação para Tender Huang, no papel do recepcionista Zhi-hao. Escrito e dirigido por Keff, o filme pode ser um gatilho e por isso não o recomendo, mesmo eu tendo amado. Em Taipei, um hotel é procurado em uma longa lista de procura por ser permitido o hóspede se matar no quarto. Após a sua morte, no dia seguinte, uma equipe de "Limpeza" retira o corpo e faz assepsia do local, para receber o proximo hóspede. Pelas regras do hotel, o hóspede somente poderá se hospedar por uma noite, onde ele decidirá se se mata, ou se dá check out no dia seguinte, desistindo. Zhi-hao é um recepcionista acostumado ao seu trabalho. Ele age friamente e sem qualquer interação com as histórias dos hóspedes. Mas quando ele descobre que uma hóspede, Jung-tin (Vivian Sung) está hospedada por uma semana, sem seu conhecimento, ele decide faar com ela e lhe dar um ultimato: essa será sua última noite lá. O filme traz elementos de huor, na figura dos limpadores, e um romance improvável e triste na relação de Zhi-hao e Jung-tin.

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