quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Boa sorte, divirta-se, não morra

"Good Luck, Have Fun, Don't Die", de Gore Verbinski (2026) Misture no mesmo projeto "O exterminador do futuro", "Feitiço do tempo", "Tudo em todo lugar ao memso tempo", "Ai inteligência artificial" e episódios de "Black mirror", e aí você entenderá o que é "Boa sorte, divirta-se, não morra". Desde 2016, quando lançou "A cura", que Gore Verbinksy não lançava filmes. Diretor da trilogia "Piratas do Caribe" e da oscarizada animação "Rango", Verbinski trabalha com um roteiro escrito por Matthew Robinson. O protagonista, chamado de "The future man", interpretado pro Sam Rockwell, certamente poderia ter sido interpretado pelo parceiro de Verbinski em vários filmes, Jonnhy Depp: eu só enxergava ele no personagem excêntrico. Preso em um loop temporal, O homem do futuro surge em uma lanchonete e anuncia para os clientes do local que precisa recrutar 7 pessoas para, junto dele, lutar contra uma inteligência artificial que irá destuir o mundo. O filme vai e volta no tempo, mostrando a história que envolve cada um dos 7 do grupo: histórias de violência envolvendo AI. Adolescentes viciados em celulares que mais parecem zumbis assassinos; um clone de um filho morto; uma criança que poderá ser a salvação d ahumanidade e uma garota que tem alergia à teconologia que tem como referência Sarah Connors de "O exterminador do futuro". O filme tem seus altos e baixos: levei um tempo para me conectar na história bizarra, que no fundo é uma alegoria alertando sobre os malefícios do vício das redes sociais e da influência da AI na vida cotidiana. Como a maioria dos filmes de Verbinski, a duração é execissiva, com quase 140 minutos, e certamente poderia ter uns 20 minutos a menos. São mutos sub plots, muita conversação, principalmente no final, entre uma criança e sua suposta mãe.

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