quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026
Psicose 2
"Psycho II", de Richard Franklin (1983)
Me lembro que quando "Psicose 2" foi lançado nos cinemas, no longínquo ano de 1983, houve uma preocupação enorme por parte dos críticos e dos cinéfilos apaixonados pela obra-prima de Alfred Hicthcock. Afinal, seria uma heresia filmar uma continuação de "Psicose", de 1960, um filme por si só perfeito e conclusivo, sem qualquer necessidade de uma história contínua. E após assistir ao filme com roteiro escrito por Tom Holland (que viria a filmar o cult de terrir " A hora do espanto", em 86) e dirigido por Richard Franklin, cineasta australiano e aluno de Hitchcock, tirei minha conclusão: "Para quê?".
Decidi rever o filme agora, pois não lembrava o porque de eu não ter gostado do filme. E ficou claro: o filme destrói os personagens de Norman Bates e de Lili Loomis (Vera Miles, que retorna ao filme),irmã da personagem de Janet Leigh, assassinada no banheiro. Ambos os personagens não mereciam o que foi feito deles. Além disso, o filme é longo, quase 2 horas, arrastado e com pouca tensão. Existem algumas cenas de violência, todas envolvendo a famosa faca de cozinha, sendo uma deles explícita, com a faca atravessando a boca. As outras não aparecem direito.
O filme começa com a famosa cena do chuveiro original, com Janet Leigh, e corta para apresentar Norman Bates no tribunal, 22 anos depois, sendo liberado. Lili está presente e faz escândalo, achando um absurdo ele ser solto. Norman retorna para a sua antiga casa e motel. Porém, o Motel agora está sendo administrado por Warren Toomey, o novo gerente, que montou uma lanchonete, onde trabalha a garçonete Mary (Meg Tilly). Novas mortes acontecem, e Norman acredita estar alucinando.
O roteiro traz diversas pistas falsas e plot twists, para entender quem é o assassino/a. O elenco, além de Antohony Perkins e Vera Miles, traz a novata Meg Tilly e o veterano Robert Loggia, no papel de um psicólogo.
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário