segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026
O som da morte
"Whistle", de Corin Hardy (2025)
Aí você vai ver um filme de terror sobrenatural onde os adolescentes encontram um artefato asteca que, ao ser manuseado, faz com que todos os envolvidos encontrem a Morte, e aí eles tentam escapar dela. Todo mundo pensou em 'Premonição"? Errado. Até poderia ser, ou "Ouija", "ou "Fale comigo", ou qualquer desses filmes que brotam aos montes sobr eo memso tema da Morte vem te pegar porque você fez o que não deveria ter feito.
Co-produzido por Canadá e irlanda, "O som da morte" é repleto d elugares comuns que a gente já sabe como vai acabar desde a primeira cena, afinal, produtor ama abrir uma franquia e deixa em aberto no caso de dar certo. O filme pega carona no protagonismo de heroínas queer, já visto nos recentes "Rua do medo" e "O palhaço no milharal".
O filme é dirigido por Corin Hardy, de "A freira". Quando Chrys Willet (Dafne keen) uma jovem tímida se muda para uma nova cidade, ela sofre bullying na escola. No entanto, ela faz amizade com um grupo de alunos, além de ficar interessada em Ellie (Sophie Nélisse). Ao abrir o seu armário, Chrys descobre um artefato asteca que pertenceu a um aluno que morreu no vestiário. O professor que pesquisa o artefato para Crys morre. Quando um dos integrantes do grupo de Crys rouba o artefato e o leva para uma festa da piscina onde os amigos estão, ele assovia no artefato. Isso faz com que a Morte, representada na imagem de cada um deles no futuro, antecipe a morte deles.
O filme, mesmo sem inovações na traa, traz 2 mortes muito boas: uma onde uma vítima é desmembrada e tem os ossos do corpo arrebantadas, e outra, que vai se disssolvendo.
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