domingo, 8 de fevereiro de 2026
O caldeirão mágico
"The black cauldron", de Ted Berman e Richard Rich (1985)
Assisti "O caldeirão mágico" quando foi lançado em 1985 e depois nunca mais revi. Me lembro que eu tinha achado um filme bastante assustador na época. Decidi reveê-lo mas antes dei uma pesquisada sobre o filme, que é muito pouco falado e quase ninguém o conhece. Fiquei triste em saber que o filme é conhecido como "o filme que quase matou a Disney": com o custo de 40 milhões de dólares, fez pouco mais que a metade do valor e foi responsável pela Disney repensar o caminho das animações que estavam sendo feitas até então. Demorou mais de 13 anos para ser lançado em VHS. Baseado nos dois primeiros romances da série de cinco volumes "Crônicas de Prydain", escrita por Lloyd Alexander em 1973, foi o primeiro filme de animação da Disney que não é um musical, sem ter nenhum personagem cantando nenhuma canção.
Séculos atrás, na terra de Prydain, o jovem Taran (Grant Bardsley) é um cuidador de porcos. Seu sonho é ser um cavaleiro e poder empunhar uma espada. Ele trabalha na fazenda do mago Caer Dallben, que descobre que o Rei dos Chifres (voz de John Hurt). está atrás do mítico caldeirão mágico, que pode lhe conceder o poder de criar um exército de mortos vivos para dominar o mundo. Dallben pede para Taran esconder com segurança a porquinha HenWen, que possui poderes para descobrir o paradeiro do caldeirão, e teme que o Rei a queira sequestrar. No caminho, Taran conhece Gurgi, uma espécie de Ewok, a Princesa Eilonwy eo bardo Fflewddur Fflam. Juntos, eles irão lutar contra o Rei e seu exército.
O filme começa com a narração do cineasta John Houston. Eu amei rever o filme. Ele é repleto de ação e aventura e tem um tom bastante sombrio. A morte está presente, seja na morte de personagens, ou na presença de 3 bruzas que guardam o caldeirão.
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