sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Justiça artificial

"Mercy", de Timur Bekmambetov (2026) Diretor dos sucessos "Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros", e "O procurado", o cineasta russo Timur Bekmambetov ficou conhecido como realizador de grandes blockbusters de 2a linha em Hollywood. Em "Justiça artificial", ele traz os astros Chris Pratt e Rebecca Ferguson em uma história ambientada no futuro, em uma sociedade distópica. Por conta da violência e da crise social, aliado à burocracia da justiça cujos processos levam anos engavetados, foi criado uma IA chamada Mercy, um sistema judicial e penal que decide, em 90 minutos, o futuro do réu, e em caso de confirmação do crime, a execução sumária. Tudo isso, com o réu sentado em uma cadeira, observado em um telão videos com rechos gravados de sua vida, e consequentemente, impossível de serem alteradas. Ajuíza Maddox (Ferguson) é uma IA que comanda toda a ação. O detetive Chris (Chris Pratt), que comandou todas as 8 execuções da Mercy, dessa vez está sentado na cadeira do réu, acusado de assasisnar sua esposa. Ele tem 90 minutos para provara. sua inocência. Muita gente comentou que a idéia foi chupada de "Minority report", de Spielberg. Tem até as suas semelhanças. Mas aonde o filme difere e muito, é na forma de contar a história. Durante 90 por cento do filme, o personagem de Chris está sentado em uma cadeira, falando com a IA e vendo vídeos, me fazendo lembrar de filmes como "Procurando...". É um filme bastante eficiente, que cumpre a sua missão de entreter e depois esquecer. os atores têm carisma o suficiente para manter a atenção do espectador.

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