domingo, 15 de fevereiro de 2026
Honey bunch
"Honey bunch", de Dusty Mancinelli e Madeleine Sims-Fewer (2025)
Co-produzido por reino Unido, Canadá e Filândia, "Honey bunch" parece uma mistura de um episódio de "Black mirror", alguma produção de terror gótico da HAmmer anos 70 e o mito do Franjestein, tendo como pano de fundo um amor eterno e verdadeiro, seja entre casais, ou entre pai e filha.
Escrito e dirigido pela dupla Dusty Mancinelli e Madeleine Sims-Fewer, "Honey bunch" foi premiado nos festivais de Sitges e Bruxelas.
Ambientado nos Anos 70 e filmado no Canadá, acompanhamos o casal Homer (Ben Petrie) e sua esposa Diana (Grace Glowicki) chegando à uma mansão isolada na floresta. Diana está doente, tendo perdas de memória e hamer acredita que a Dra Tréphine (Patricia Tulasne) possa curá-la. Outros pacientes chegam, entre eles, Joseph (Jason Isaac) e sua filha adolescente, Josefina (India Brown). Durante a sua permanência, Diana tem visões, e um dia, ao caminhar na floresta, v6e uma mulher exatamente igual à ela, que Diana não sabe dizer se foi alucinação.
O filme tem uma premissa muito boa, e mesmo já vista em diversos outros filmes, como o recente "Infinity pool", tem o seu charme próprio, pela mabinetação vintage dos anos 70. O elenco está excelente, e o terceiro ato mais dinâmico, tendo um início arrastado, o que prejudica para quem vai começar a assistir e pode querer desistir de cara.
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