quinta-feira, 27 de agosto de 2026
A mulher da fila
"La mujer de la fila", de Benjamín Ávila (2025)
Co-escrito e dirigido por Benjamín Ávila, "A mulher da fila" é baseado na história real de Andrea Casamento, fundadora da ACIFAD (Associação Civil de Familiares de Presos), uma organização argentina que luta pelos direitos de familiares de detentos.
No ano de 2001, em Buenos Aires, a viúva Andrea (Natalia Oreiro), mãe de 3 filhos, Gustavo (Federico Heinrich), de 18 anos e os pequenos Matías (Juan Pedro Rodríguez Isturiz) e Martina (Julieta Rodríguez Isturiz), trabalha no ramo imobiliário e conta com o apoio da mãe, Alicia (Lide Uranga). Um dia, a polícia invade a sua casa, procurando por Gustavo, que eles acusam de fazer parte da quadrilha de um traficante. Gustavo vai preso, sem provas, e vai para um sistema prisional afastado da cidade. Sua mãe vai visitá-lo e logo entende que sue privilégio burgu6es não faz diferença: precisa enfrentar filas, ser revistada. COm o tempo, ela se mistura à outras mães. Nos 8 meses onde frequentou o presídio viistando seu filho, Andrea rev6e o seu conceito sobre a sociedade, as classes sociais e seu preocnceito contra o sistema prisional. Ela acaba se apaixonando pelo preso Alejo, que ajuda Gustavo a sobreviver lá dentro. Durante 14 anos, Andrea visitou a prisão, visitando Alejo, que acabou saindo em 2019. Eles se casaram e tiveram um filho.
"A mulher da fila" ganhou o premio de melhor filme no Fetsival de Málaga, co-produzido Argentina e Espanha. O diretor Benjamin Avila já havia lançado em 2011 o premiado "Infância clandestina". Natalia Oreiro é o grande destaque do filme, que foi acusado por críticos de romantizar o sistema carcerário.
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