quinta-feira, 6 de agosto de 2026

Kombucha

"Kombucha", de Jake Myers (2025) Depois que "A substância" foi lançado em 204, muitas produções indies de terror vieram a seu robque trazendo o mesmo tema de pessoas que querem de alguma forma, mudar o seu 'Eu", tomando algum tipo de prodto. Resultado: body horror. Mas "A substância" tinha uma ótima diretora e atrizes protagonistas que se entregaram por inteiro aos papéis. Em "Kombucha", o filme sofre pela direção que não soube epxlorar o terror, em um filme sem ritmo e com personagens importantes defendidos por atores medianos. Talvez a proposta do filme tenha sido fazer um filme B com pitadas trash, mas fico na dúvida se foi isso mesmo. O desfecho novamente busca referência em "Á substância" trazendo uma criatura realizada com efeitos práticos com cara de anos 80. "Kombucha" é a versão longa-metragem do curta-metragem de mesmo nome lançado em 2024. Outra referência explícita do filme é ao clássico "Invasores de corpos", onde um duplo da pessoa contaminada surge em seu lugar. Luke é um músico que não consegue sucesso em sua profissão e decide aceitar a proposta de um amigo: trabalhar em uma empresa corporativa, SYMBIO. Luke aceita e comunica à sua namorada, Elyse, que trabalha em uma laboratório, que lamenta ele ter que deixar de lado sua paixão pela música. Na empresa, Luke conhece Kelsey, coordenadora do espaço. Ela oferece a Luke uma bebida, Kombucha, feita com produtos vivos, para estimular o trabalho de Luke. Luke vai mudando e se tornando mais workhaholick. Mas o seu corpo também transforma.

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