terça-feira, 4 de agosto de 2026

Gioia

"La gioia", de Nicolangelo Gelormini (2025) Baseado em trágica história real, "La gioia" me deixou angustiado e muito triste em seu desfecho. Inspirado na história real da professora italiana Gloria Rosboch, assassinada por um casal gay (um deles, aluno da escola onde dava aula, se tornou seu amante e exigia dinheiro). A história rendeu a peça teatral "Se non sporca il mio pavimento escrita" e agora adaptada para o cinema por Giuliano Scarpinato e Benedetta Mori. O filme concorreu no Festival de Veneza 2025 e ganhou no Festival Mar del Plata os prêmios de direção e de melhor ator para Saul Nani. A angústia que tive ao assistir ao filme, foi.a mesma quando assisti "À procura de Mr Goodbar" pela 1a vez. O público sabe que vai dar merda, que a protagonista está agindo ingenuamente, acreditando no jovem amante, mas o espectador fica totalmente impassível e sem ação. Eu quase desisti do filme, de tanta raiva. Os pontos positivos: os trabalhos excepcionais do elenco, principamente Valeria Golino, no papel da professora Gioia Montefiori, em excelente composição, e Saul Ninno, no papel de Alessio, o jovem amante e prostituto. Ele tem o rosto parecido com Gael Garcia Bernal quando jovem. A trilha sonora contém clássicos pop dos anos 90: "Modern love", "Blue monday", Reality". Gioia mora com seus pais idosos. Ela dá aula colégio Regina Margherita, em Turim. Gioia nunca teve um relacionamento. Quando ela dá carona ao jovem aluno Alessio, imediatamente ela fica apaixonada e se sente atraída. Alessio mora com sua mãe, caixa de supermercado, que namora o vigarista Cosimo. Cosimo é amnate de Alessio e o obriga a se prostituir para homens e mulheres, se vetsindo de mulher. Quando Alesiso descobre que Gioia tem dinheiro guardado no banco, inventa uma história para que os dois viagem para Monte Carlo.

Nenhum comentário:

Postar um comentário