terça-feira, 4 de agosto de 2026

Nightborn

"Yön lapsi", de Hanna Bergholm (2026) Co-escrito e dirigido por Hanna Bergholm, "Nightborn" é uma milésima variação de "O bebê de Rosemary". Quantos filmes de terror apresentam um bebê recém nascido de forma monstruosa? Já até perdi as contas. E fora o seu original, de Roman Polansky, os outros filmes não chegaram ao nível de qualidade e criatividade. E "Nightborn" vai pelo mesmo caminho do genérico, em uma trama arrastada e óbvia. O que mais me chamou atenção no filme, nem foi o roteiro, e sim, a participação de Rupert Grint no elenco. O Rony Weasley de "Harry Potter" se une a Daniel Redcliff como os únicos atores pirncipais da franquia do bruxo que não conseguiram se destacar em nenhum outro filme. Todas as tentativas de Grint fracassaram, o que é uma pena. "Nightborn" pega carona nos sub-gêneros do Folk horror e Eco- horror. Filmes onde. anatureza se volta contra a humanidade, dessa vez, usando a mitologia dos Trolls, seres que habitam a floresta. Saga (Seidi Haarla) e Jon (Rupert Grint) são um jovem casal que saem de Londres e se mudam para a casa da família de Saga, na floresta finlandesa. A casa está decadente e tomada pela natureza. Eles fazem s3x0 debaixo de uma árvore misteriosa. O bebê nasce, mas estranhamente, ele é peludo e gosta de se alimentar de sangue. Saga acredita que algo de estranho acontece com o bebê, mas tanto sua mãe, quanto Jon a ignoram em seus alertas. Eu tenho pavor desses filmes de terror onde marido e familiares desmentem e desacreditam a personagem feminina, me irrita demais, e só desejo que todos morram no filme. Alguns momentos, que eram para ser tensos, acabam ficando risíveis, como o nascimento do bebê e a briga pelo ketchup.

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