quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Our hero, Balthazar

"Our hero, Balthazar", de Oscar Boyson (2025) Co-escrito e dirigido por Oscar Boyson, produtor de "Good times", dos irmãos Safdie e que aqui estréia na direção. O filme concorreu no Festival de tribeca 2025 e traz um retrato pesismista da geração americana, influenciada por redes sociais, armas, toxidade masculina e incels. Balthazar (Jaeden Martell, o Bill de "It") é um garoto milionário de Nova York. Solitário, Balthazar tem um coach de vida (Noah Centíneo) e uma mãe deslumbrada envolvida com um candidato a senador. Balthazar procura viralizar nas redes sociais com vídeos onde chora por algum tema, falseando emoção. Durante uma demonstração de tiroteio na sua escola, ele procura se aproximar de sua colega de turma, Eleanor, mas ela o rejeita. Durante uma conversa online, ele conhece Salomon (Asa Butterfield), um rapa zpobre do texas, que mora com sua avó e tem um pai tóxico. BAlthazar percebe em Salomon um possível atirador em escola, e decide conhecê-lo, se fazendo passar por uma garota. Balthazar se estusiasma com o encontro, mas ao decsobrir a farsa de Salomon, o ameaça. No entanto, ambos se conectam e se tornam amigos. Salomon ensina Balthazar a dar tiros, o que faz Balthazar se interessar no armamento e no desejo por matar. O filme é vendido como comédia dramática, mas não consegui enxergar humor. O filme é bastante realista na sua proposta e no seu olhar sobre jovens psicopatas ( vide a série 'Adolescência"). O desfecho é cruel e faz sentido, pensando na proposta do diretor Oscar Boyson ao apresentar um mundo brutal e seduzido pelos incels. Os dois jovens atores, Jaeden e Asa, estão excelentes.

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