quarta-feira, 4 de março de 2026
Pânico 7
'Scream 7", de Kevin Williamson (2026)
A essa altura do campeonato, todo mundo já sabe que as atrizes Melissa Barrera e Jenna Ortega não fazem mais parte da franquia "Pânico", onde protagonizaram as partes 5 e 6. Por conta de um post onde dizia ser solidária à Palestina, Melissa foi retirada. jenna Ortega foi solidária e também pediu para sair. Neve Campbell, que não esteve nessas 2 partes, por conta de insatisfação salarial, foi acionada e é o grande motivo para se assistir a essa parte 7. Kevin Willianson, criador da franquia, assume pela 1a vez a função de diretor, além de co-roteirista. Assim que o filme saiu, todo mundo criticou o desfecho e a revelação de quem é o Ghostface. Fui assistir já meio sem vontade, mas acabou que gostei e me entreteu o tempo todo. O que prejudicou para mim não foi o desfecho, e sim, a longa duração, de quase duas horas, e com muitas cenas longas repletas de diálogos e sem ação, o que faz o filme perder o ritmo.
Sidney (Campbell) mora em Indiana com seu marido, o delegado Mark Evans (Joel McHale) e a sua filha Tatum (Isabel May). Ela abriu um café, enquanto sua filha estuda teatro. Quando Sidney recebe um telefone de Ghostface, ela faz pouco caso, deixando claro que os trotes são constantes. Mas quando uma amiga de Tatum é assassinada no teatro, ela descobre que o assassino quer matar sua filha e à ela.
Esse é o tipo de filme onde os fãs fica exaltados. A chegada em cena de Sidney e de Gale (Courteney Cox) são motivos de comemoração. Algumas cenas de assassinato são boas, outras pouco inspiradas. Assim como a última trilogia de "Halloween", o foco agora está na familia, principalmente a segurança das filhas. O filme é muito melhor do que o revival de "Eu sei o que voc6es fizeram no verão passado", de 2025, com uma das revalações do assssino mais toscas dos últimos tempos. Aqui pelo menos, continua sendo aquela revelação aleatória.
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