sábado, 7 de março de 2026

Ashima

"Ashima", de Liu Qiong (1964) Clássico chinês de 1964, 'Ashima" foi recentemente restaurado. O filme foi o 1o filme colorido da Republica popular da China, sob o governo da China comunista. Filmado como uma ópera chinesa, todos os diálogos são cantados. Os cenários nas montanhas foram construídos em estúdio, em impressionante realismo, incluindo rio e formações rochosas. Alguns planos gerais foram rodados em locação, em Yunnam. O filme é uma trágica história de amor, e tendo como pano de fundo uma forte crítica à burguesia: os vilões são uma família de ricos, detentores de jóias. Os mocinhos são pastores de ovelhas e costureiras de tear, numa ênfase da China valorizando o trabalho no campo. Numa pequena aldeia na província de Yunnan, na China, moram Ashima (Likun Yang) e sua mãe (Jie Liu). Ashima e suas amigas costuram na máquina de tear e cantam durante o trabalho. Um dia, o jovem pastor de ovelhas Ahei (Baosier) ouve a cantoria de Ashima e fica encantado. Ele toca a sua flauta, e dessa vez, é Ashima que fica encantada. Quando eles se encontram, é amor a primeira vista. Mas Azhi (Fei Han), filho do rico Rebu Bala (Chaoming Cui), deseja se casar com Ashima. Ele oferece jóias à mãe de Ashim, que recusa a oferta, mas mesmo assim, a jovem é sequestrada. O filme tem uma fotografia esplendorosa. A sua narrativa traz elementos de musical lúdico e também do cinema mudo/ Ahei é caracterizado como sendo um Rodolfo Valentino, incluindo olhos pintados de preto. Eu fiquei apaixonado pelas flechas mágicas de Ahei, que abrem montanhas e clareiras na floresta. Um filme glorioso em casa detalhe, uma história apaixonante e efeitos especiais de cair o queixo, em se considerando a época em que foi realizado.

Nenhum comentário:

Postar um comentário