quinta-feira, 12 de março de 2026
Prisão de cristal
"Tras el cristal", de Agustí Villaronga (1986)
Existem filmes que são tão controversos e perversos, que fico na dúvida como conseguiram ser produzidos e levantarem dinheiro. "Prisão de cristal", escrto e dirigido pelo cineasta catalão Agustí Villaronga e lançado em 1986, dificilmente teria sido realizado nos dias de hoje. O filme fala sobre p3dof1l1a e crimes bárbaros contra meninos praticados por um oficial nazista. Em uma cena brutal, um menino de 5 anos tem uma injeção de gasolina aplicada em seu coração, e ele agoniza por minutos, antes de morrer.
Um oficial nazista, Klaus, faz experimentos com garotos, incluindo tortura física, violência s3xu4l e posterior assassinato. Sentindo-se culpado pelos seus atos, ele tenta o suicídio, se jogando do alto de uma torre. Mas sobrevive, e fica paralizado e respirando dentro de uma cuba, com pulmão artificial. Casado com uma mulher dominadora (Marisa Paredes) e com uma filha pequena, Klaus recebe atendimento de um enfermeiro jovem, que mais tarde ele descobre ser uma de suas vítimas. Angelo, o carrasco, tortura Klaus da mesma forma que ele o torturava. E mais: ele assume o papel de Klaus, sequestrando meninos, violando-os e matando-os na frente de Klaus.
É um filme sórdido, maldito e dificilmente pode ser recomendado para alguém assistir. As cenas envolvendo as crianças são todas violentas e fetichistas, e não tenho idéia de como conseguiram convencer os pais a colocar os filhos no filme. Em determinando momento, o ator que interpreta o jovem ANgelo ganha uma semelhança com a loucura de Klaus Kinski.
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