terça-feira, 24 de março de 2026
Manual prático da vingança lucrativa
"How to Make a Killing", de John Patton Ford (2026)
Se você unir os filmes "Assassino por acaso", de Richard Linklater, com Glen Powell protagonizando um assassino de aluguel que se difarça, com o thriller de Park Chow Wook, "A única saída", sobre um homem que elimina os concorrentes postulados à uma vaga, você terá "Manuel prático da vingança lucrativa". Os 3 filme sutilizam o humor mordaz e ácido como forma de amenizar as mortes aleatórias que vão acontecendo e o espectador não fazer juízos de valor sobre as mortes. "Manual prático da vingança lucrativa" é escrito e dirigido por John Patton Ford, e levemente inspirado no filme de 1949 "As 8 vítimas".
Becket Redfellow (Powell) está há 4 horas de ser executado na prisão por um assassinato que ele alega não ter cometido. Um padre (Sean C. Michael) surge e Becket passa a contar a sua história. Ele nasceu em uma família milionária. Quando sua mãe (Nell Williams) engravidou dele na adolescência, seu pai, Whitelaw Redfellow (Ed Harris), a baniu, deixando Becket para crescer como filho de uma mãe solteira da classe trabalhadora de Nova Jersey. Já crescido, Becket trabalha em uma loja de ternos, mas acaba demitido. Ao reencontrar sua paixão de infância, Julia Steinway (Margaret Qualley), ela o faz reinvidicar o que ele merece: a herança da família. Ele é o oitavo na linha de sucessão da família, e para isso, ele decide matar um a um.
O filme foi um grande fracasso comercial (Powell já veio de vários fracassos seguidos: "Assassino por acaso" e "O sobrevivente). é um passatempo correto e decente, com um ótimo elenco (fazia tempo eu não via Topher Grace em cena). Margareth Qualiley, de "A substância", faz a típica femme fatale, personagem que lhe cabe muito bem.
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