segunda-feira, 22 de junho de 2026
Red light
"Red light", de René Lavan (2025)
Adaptação da peça teatral "Red light", de Jim Kierstead, "Red light" é anunciado como um horror queer. Pior: há quem o compare a "jogos mortais", de James Wan, pela semelhança temática: dois homens gays acordam em um quarto abandonado e não sabem porque estão ali. Alex (Justin Powell) e Blake (Jeffry Batista) não se conhecem. Ao tentarem descobrir o motivo de estarem ali, eles vão se conhecendo melhor. Eles entendem que toda a vez que a luz vermelha acender, um deles deve sair para ser torturado por um mascarado e retornar ao quarto. Alex e Blake dividem passados traumáticos, que envolvem terapias de conversão e 3xtupr0.
O filme infelizmente é ruim em todos os quersitos. Interpretação amadora, fotografia sem brilho, direção de arte óbvia, roteiro que não cria tensão. A direção fica indecisa em querer construir um thriller ou um romance, fallhando inclusive no uso da trilha sonora. Tem momentos que parece que estamos assistindo a um romance teen de tão ingênuo que são os diálogos. O que me segurou até o fim era a curiosidade em saber o motivo de ambos estarem trancados ali. Para quem for assistir ao filme buscando erotismo, encontará cenas de semi nudez e muitos peitos inflados.
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